Este grupo é composto pelos seguintes Centros de Educação Infantil:
- CEI Maria da Conceição Fernandes
- CEI Maria José Botelho Notini
25º ENCONTRO: MÚSICA - Confeccionando instrumento musicais com materiais alternativos.
Oficineiro: Marcelo Costa
Data: 31/10/11
24º ENCONTRO: Música - Conceito musicais e o lúdico
Oficineiro: Carlos Eduardo Rodrigues
Data: 25/10/11
23º ENCONTRO:O perfil do profissional da Educação Infantil
Data: 18/10/11
1º MOMENTO: Caixa de memórias - Planeta Caiqueria
2º MOMENTO: Brincar de mímica - descontração
3º MOMENTO: Roda de conversa:
Passar uma caixa com perguntas para as educadoras responderem, tais como:
- Quais as caracterísitcas que você mais apreciava em seus pofessores?
- Qual foi o legado que lhes deixaram?
- Que influências tiveram em sua formação pessoal e profissional?
- O que mais você apreciava na escola?
4º MOMENTO: Leitura do caderno pedagógico volume 1 - p. 55 à 59.
Atividade: Após a leitura trace o perfil do educador infantil, destacando cinco características que considere importantes Apresente de forma criativa, vale teatro, poema, música...
22º ENCONTRO: Resgatando a vista a Inhotim e aos CMEI´s
Data: 03/10/11
1º MOMENTO: Caixa de memórias - Planeta Caiqueria
2º MOMENTO: Dinâmica da sacolinha – Avaliação do Inhotim
O que trouxemos na sacola?
Por que é importante vivenciar momentos como aquele?
Será que iremos uma 2ª vez da mesma forma que fomos na 1ª?
Quais as possibilidades que este passeio te ofereceu para o trabalho com as crianças?
Se vale a pena fazer esse tipo de passeio?
21º ENCONTRO: Conversa e orientação das visitas que faremos.
Data: 19/09/11
Data: 19/09/11
1º
Momento: Hora da
história – “Planeta Caiqueria” – História lida retirando objetos de dentro da
caixa.
- Caixa
de memórias: fortalecendo vínculos – Pedir alguém do grupo para fazer nossa
caixa, a caixa do grupo. Para o próximo encontro contribuírem com memórias para
serem colocadas dentro de nossa caixa.
2º
Momento: retorno
dos últimos encontros – Raquel e Dra. Viviane – levantar postura do grupo
diante das palestras (comportamento) – conselheira Rose
3º
Momento: Questões
sobre dados do grupo na Mesa Educadora
-
Levantamento da carga horária
- Como
iremos repor a carga horária
- Mostra
da tabulação dos instrumentos de monitoramento do programa.
5º
Momento: Visita a
Inhotim – dizer das dicas, levar as educadoras até os computadores para fazerem
a pesquisa.
Para
aguçar os nossos sentidos e a nossa curiosidade...
O Museu é um ambiente de
aprendizagem não formal, de livre escolha, onde a motivação e a curiosidade são
incentivadas naturalmente.
10 dicas
para aproveitar nossa visita no museu Inhotim!
Você não
precisa conhecer detalhes sobre o artista e sua obra, mas saber o que vocês vão
encontrar pode ajudar a conversar sobre a exposição durante a visita. É muito
mais interessante do que simplesmente observar as obras. Para isso, o próprio
site do museu pode ajudar muito.
Você vai
caminhar bastante, portanto é imprescindível o uso de roupas confortáveis e
leves. Sapato confortável e fechado é a pedida, principalmente, para adentrar a
instalação de Cildo Meireles, “Através”, na qual você é convidado a andar sobre
cacos de vidro – possiblidades.... Já para a instalação “Desvio para o
vermelho” do mesmo artista, esteja preparado para tirar os sapatos para poder
circular pela obra. Transporte interno: Por 10 reais a mais (pagos logo na
entrada ou a qualquer momento nos pontos iniciais dos carrinhos) você pode
pegar quantas caronas quiser para determinados pontos de Inhotim com os carrinhos
elétricos. Existem algumas obras que estão muito afastadas das galerias
centrais e para chegar a elas, você precisa caminhar por estradas ou trilhas no
meio da mata. Boa opção para economizar tempo.
Alimentação:
Inhotim possui algumas opções para almoços e lanches. O Restaurante Tamboril e
o Bar do Ganso tem Buffet sofisticado, portanto, mais caro. O Restaurante
Oiticica, com belíssima arquitetura e ambiente gostoso, tem um ótimo buffet com
preço a quilo. Algumas lanchonetes estão espalhadas pelo instituto, com ótimas
opções para um lanche rápido, podemos encontrar pizzas, café, omeletes e o
cachorro-quente é a opção mais barata. Não é permitido fazer piquenique e o
visitante é proibido de entrar com bebidas alcoólicas e alimentos em geral.
Tire
bastante foto. Caso não leve a máquina fotográfica, eles têm lá para
empréstimo, mediante a compra das pilhas e do CD para gravação das imagens,
pelo custo de R$ 18,00. É permitido tirar fotos e filmar apenas para uso
particular e somente nas áreas externas. Não é permitido fotografar ou filmar
dentro das galerias. Há no museu uma loja que conta com diversos tipos de
lembranças e objetos de design exclusivos.
É
possível dar um respiro na sua visita entre uma obra e outra. No caminho entre
uma galeria e a próxima, você descansa a vista e a cabeça admirando o
paisagismo do Inhotim. Dá tempo de refletir, digerir e ficar com vontade de
entrar na próxima. Do lado de cada obra é possível encontrar informações sobre
a mesma, uma ótima oportunidade de aprendizagem. Não está autorizado o toque
nas obras. Quando for possível interagir com as mesmas, essa informação será
dada pelos monitores, que orientarão o visitante sobre como fazê-lo sem riscos.
Procure usar o telefone celular nas áreas externas. Evite usá-lo dentro das galerias.
Procure usar o telefone celular nas áreas externas. Evite usá-lo dentro das galerias.
Além de
conhecer muito bem o acervo, educadores do museu podem realizar atividades que
facilitem o entendimento, como contação de histórias, músicas, filmes e jogos.
O Inhotim oferece dois tipos de visita temática, uma com foco em
Botânica e Meio Ambiente e outra com foco em Arte.
-Visita Temática Ambiental
Teremos a oportunidade de transitar pelos jardins, conhecer parte da coleção botânica disposta, paisagisticamente, além de apreciar os lagos ornamentais, as aves aquáticas e outros elementos que compõem esse espaço, através de uma visita orientada de 1h30 de duração. Diversos estímulos serão oportunizados nessa visita e, por meio de conversas e reflexões, o grupo trocará informações e experiências sobre a importância da preservação da biodiversidade vegetal e animal para a sobrevivência humana.
Essa visita será às 10h30 (saída da Recepção).
- Visita Temática de Arte
A Visita Temática de Arte consiste em proporcionar o encontro entre o educador e o público visitante para discussão sobre artistas e obras de arte do acervo. Tal visita propõe um recorte conceitual das obras em exposição e pode ter como ponto de partida uma galeria, um artista ou um roteiro específico dentro do parque. Essa visita será às 15h (saída da Recepção), duração de 1h
7.
Como colaborar com a preservação do museu...
O Parque
Ambiental Inhotim é dedicado à preservação de remanescentes florestais
pertencentes aos Biomas Mata Atlântica e Cerrado; ao resgate e manutenção de
coleções botânicas do Brasil e de outros países e ao emprego de técnicas
sustentáveis de manejo. É um lugar para ter contato com a natureza e aprender
sobre a conservação do meio ambiente. O visitante deve preservar as flores e as
plantas, já que estas fazem parte do acervo do Inhotim. O visitante deve jogar lixo no lixo. O Inhotim tem
lixeiras distribuídas ao longo de todo o parque e faz coleta seletiva
Isso é
muito mais importante do que qualquer detalhe técnico da exposição. Além de
estimular o gosto pela arte, uma visita ao museu pode ser, antes de tudo,
um divertido passeio.

Tentar fazer o outro aprender sobre
características objetivas da obra - como o autor, estilo ou período histórico -
pode gerar resistência. Entrar no universo próprio do museu e sentir sua magia,
desperta naturalmente o interesse. Isso pode não acontecer na primeira ou na
segunda visita, mas os passeios regulares a museus nos deixarão mais à
vontade no mundo da arte.
É muito
comum que crianças pequenas usem uma imagem como estímulo para contar alguma
história de sua própria vida. Uma pergunta simples, feita como "o que você
eu vejo aqui?", pode despertar a imaginação. Não perdemos essa capacidade
na fase adulta, somos capazes de nos encantar, de fantasiar, de construir
nossas histórias de experimentar experiências novas. Sendo assim, durante o
passeio procure sentir e registrar as impressões, sentimentos, experimentações
e, em casa, transforme isso em um texto para compartilhar com seu grupo na Mesa
Educadora.
10-
APROVEITE ESSE MOMENTO DE DIVERSÃO E CULTURA
Vocês,
com certeza, visitarão outros museus, outras galerias e poderá ser com esse grupo
ou não. Pense que o mais importante é estar atenta para o vivenciar, o
momento e fica a dica de um filosofo Heraclito:
“nunca beberemos da mesma água, do mesmo rio no mesmo instante”
4º
Momento: Visita
aos CMEI’s, entrega do roteiro, roda de conversa.
OBSERVAÇÃO
DO CENTRO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL
MOTIVO:
Conhecer a organização dos espaços e tempos, a infraestrutura e o trabalho
pedagógico realizado no CMEI.
ATENDIMENTO
PRESTADO NA INSTITUIÇÃO:
I -
ORGANIZAÇÃO DOS ESPAÇOS E TEMPOS
Sugestões
de observação:
- Rotina:
período livre (postura do professor), descanso (condições do local, como se
organiza este tempo, bem estar da criança), alimentação (higiene, mastigação,
tempo adequado, escovação)
-
Flexibilidade e rigidez nos espaços,
-
Ambiente interno: salas de aula, cozinha, secretaria, multimeios, corredores...
-
Ambiente externo: pátio, varandas, parque...
1)
Número de
crianças atendidas de acordo com a idade:
(
) 0 à 23 meses
(
) 2 anos
(
) 3 anos
(
) 4 anos
(
) 5 anos
Total:
_____________
2)
Horário
de atendimento:
Manhã____:____
Tarde
____:____
Integral:
( ) sim ( ) não
Qual(is)
turmas: ____________________________________
3)
Observação
da rotina na instituição:
4)
Organização
dos ambientes nesta instituição: Ambientes internos
Ambientes externos:
II – INFRAESTRUTURA DO CMEI
Ambientes externos:
II – INFRAESTRUTURA DO CMEI
Sugestões
de observação:
-
Materiais utilizados; mobiliários adequados, banheiros adequados; contato com a
natureza...
1)Observação
da infraestrutura no CMEI visitado:
III –
TRABALHO PEDAGÓGICO
Sugestões
de observação:
-
Atividades propostas; recursos e materiais utilizados; valorização e incentivo
a autonomia da criança; produção das crianças, linguagens trabalhadas pelos
professores; estímulos para o desenvolvimento da coordenação motora; mecanismos
de cooperação e comunicação entre funcionários e família x escola (murais,
agendas, cartazes, conversas...)
1)
Observação
do trabalho pedagógico:
2) Observação das linguagens trabalhadas pelos
professores
IV
- CONCLUSÃO
Diante das observações o que mais lhe chamou atenção?
Qual a contribuição da visita na sua prática pedagógica?
Qual a contribuição da visita na sua prática pedagógica?
20ªENCONTRO:Desenvolvimento infantil de 0 a 5 anos
Palestrante: Dra. Viviane Evilyn S. de Mendonça
Data: 08/09/11
1º Momento: Alguns combinados e avisos dos próximos encontros e passeios culturais.
2º Momento: Apresentação da palestrante
19ªENCONTRO: A IMPLICAÇÃO DO EDUCADOR DIANTE DO COMPORTAMENTO INFANTIL - Repetição do discurso médico ou construção educacional
Palestrante: Psicóloga e professora mestra Raquel Cabral de Mesquita1º Momento: Alguns avisos: Viagem a Inhotim, visita aos CMEI´s Isauro Silva e Nossa Senhora das Graças, data do próximo encontro e local.
2º Momento: Uma música para descontrair - Cuá fubá, cantiga de Mônica Pinheiro e Gesiel de Oliveira
3º Momento: Apresentação da palestrante
4º Momento: Agradecimentos18º ENCONTRO: O CURRÍCULO DA EDUCAÇÃO INFANTIL
Data: 09/08/11
1º Momento: Brincando um pouquinho: Cantigas de Mônica Pinheiro e Gesiel de Oliveira
2º Momento: Pra início de conversa: Como foi as férias? E agora, o que vai ser?
- Retorno dos encontros do semestre passado e revisão do plano de formação.
3º Momento: Discussão para o grupo: O que podemos trabalhar com as crianças de 0 à 5 anos?
- Divisão dos grupos
- Cada grupo receberá uma apostila sobre as linguagens que se deve trabalhar na educação infantil.
- Deverão discutir e relacionar dentro das linguagens estabelecidas para cada grupo, atividades que devem ser trabalhadas com as crianças de 0 à 5 anos.
4º Momento: Apresentação dos grupos
5º Momento: Discussão – O que acabamos de fazer?
Contextualizar sobre o currículo.
17º ENCONTRO: ÚLTIMO ENCONTRO DO SEMESTRE: CONFIANÇA E PERSEVERANÇA
Data: 12/07/11
1º Momento: Montar um jardim de flores.
Cada educadora irá fazer uma flor que deverá ter miolo, pétalas, caule e espinho.
Em cada parte deverão escrever sobre seu sentimento de acordo com a legenda:
Pétalas: o desabrochar da flor. – O que a Mesa educadora já contribui na pratica de vocês?
Miolo: de onde nascem as sementes. – O que se espera levar da Mesa Educadora?
Caule: a sustentação da flor. – O que faz você vir aos encontros da Mesa Educadora?
Espinhos: o que incomoda. – O que anda incomodando vocês na Mesa Educadora?
2º Momento: Avaliação do semestre
3º Momento: Hora do teatro – teatrinho de fantoches com leitura do livro: “Olha o olho da menina”- Mariza Prado, Ed.: Planeta das Crianças
- Conversa sobre a mensagem que o livro trás – puxar para a consciência e o ato de fingir.
- Como está nossa participação na Mesa Educadora?
4º Momento: Relato sobre a visita da assessora pedagógica Maria Lúcia
Pontuação das faltas – rever com as educadoras a razão das faltas
Escuta cuidadosa sobre os pontos positivos e aspectos a serem melhorados nas formações.
5º Momento: Finalização do encontro e recados – Hora do abraço
16º ENCONTRO: CONCEPÇÃO DE INFÂNCIA
Planejado por Angelita, ministrado por Narjara
Data: 28/06/11
1º MOMENTO: Leitura do Texto: Concepção de Infância
2º MOMENTO: Documentário: A Invenção da Infância - debate coletivo
3º MOMENTO: Grupo de 4 ou 5 pessoas. Qual a diferença entre criança e infância? Em grupo de 4 ou 5 discutir: Qual a diferença entre Infância e Criança? Após redigir em um mini cartaz a conclusão que chegaram e expor ao grande grupo.
4º MOMENTO: Avaliação
15º ENCONTRO: PROJETOS PEDAGÓGICOS
cONTRIBUIÇÃO DA PROFESSORA FLÁVIA DIAS
Data: 14/06/11
1º MOMENTO: Roda de conversa – o que ficou da última aula
2º MOMENTO: Compartilhando as atividades – Questionamento: Que tipo de metodologia você utiliza no seu trabalho?
Pedir as educadoras para levarem algumas atividades que fazem com seus alunos na sala. Na Mesa Educadora, dar um tempo para mostrarem suas atividades e tentarem responder o questionamento.
3º MOMENTO: Slide – Metodologias de trabalho – 1ª parte
- Separar em grupos para discussão e leitura de 5 cenas, onde tentarão descrever que metodologia cada uma é. Todos os grupos receberão as 5 cenas.
- Voltar para o grupão para compartilhar, continuar com os slides. 2ª parte
- Voltar para o grupão para compartilhar, continuar com os slides. 2ª parte
- Oficina: Voltar para o grupo e organizar um projeto passo a passo.
4º MOMENTO: Socialização
5º Momento: TAREFA LEGAL: Juntamente com os alunos planejar um projeto e executá-lo – trazer na próxima aula a descrição do projeto.
14º ENCONTRO: DESENVOLVIMENTO PSICOMOTOR
Data: 30/05/11
2º Momento: Parte teórica em slides
4º Momento: Separação em grupos e atividade: Cada grupo deverá inventar uma brincadeira relacionada com o tema sorteado e apresentar para os demais participantes .
MOVIMENTO;
LATERALIDADE;
NOÇÕES DE ESPAÇO E TEMPO;
FORÇA E FLEXIBILIDADE;
FORÇA E FLEXIBILIDADE;
COORDENAÇÃO MOTORA E EQUILÍBRIO;
5º Momento: Agradecimentos e avaliação
13º ENCONTRO: METODOLOGIAS DE TRABALHO PEDAGOGIAS DE PROJETOS E A MEDIAÇÃO DA EDUCADORA
Data: 17/05/11
1º MOMENTO: Roda de conversa – o que ficou da última aula
2º MOMENTO: Compartilhando as atividades – Questionamento: Que tipo de metodologia você utiliza no seu trabalho?
Pedir as educadoras para levarem algumas atividades que fazem com seus alunos na sala. Na Mesa Educadora, dar um tempo para mostrarem suas atividades e tentarem responder o questionamento.
3º MOMENTO: Slide – Metodologias de trabalho
- Separar em grupos para discussão e leitura de 5 cenas, onde tentarão descrever que metodologia cada uma é.
- Voltar para o grupão para compartilhar.
- Oficina: organizar um projeto passo a passo.
4º MOMENTO: Socialização
5º Momento: TAREFA LEGAL: Juntamente com os alunos planejar um projeto e executá-lo – trazer na próxima aula a descrição do projeto.
6º MOMENTO: AVALIAÇÃO12º ENCONTRO: Sistema de Avaliação que permita o acompanhamento global do aluno e de cada uma das crianças
Data: 03/05/11
1º Momento: Retorno da aula passada – contribuições...
2º Momento: Roda de conversa: Questionamentos e dúvidas
- Quais os instrumentos que vocês utilizam para avaliar o aluno?
- Quais os instrumentos que vocês utilizam para avaliar o aluno?
- Como vocês avaliam os alunos?
3º Momento: Separação de dois grupos para leitura dos seguintes textos: “Acompanhamento e Avaliação das Crianças no Centro Infantil”, Elizabeth Amorim – Cadernos pedagógicos, vol.4
“Da avaliação ao acompanhamento”, Maria Carmen Silveira Barbosa e Maria da Graça Souza Horn, p.103 – Projetos Pedagógicos na educação Infantil.
“Da avaliação ao acompanhamento”, Maria Carmen Silveira Barbosa e Maria da Graça Souza Horn, p.103 – Projetos Pedagógicos na educação Infantil.
Cada grupo deverá fazer a leitura e discussão do texto sugerido e em seguida apresentá-lo de forma criativa.
5º Momento: Fábula adaptada pela professora Clarilza Souza – nos permite refletir sobre as conjugações possíveis sobre o ato de avaliar.
6º Momento: Avaliação do programa
11º ENCONTRO:A AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL - PORTFÓLIO
Data: 19/04/11
1º Momento: Retorno da aula sobre organização dos espaços
2º Momento: Dinâmica de auto-avaliação cores
3º MOMENTO: Atividade individual e em grupo - Imagens representativas de Avaliação
4º Momento: Roda de conversa: Contribuições da professora da Escola Arco-Iris - Flávia Dias
5º Momento: Instrumentos de registro – Como montar um portfólio – Contribuições da Educadora Flávia Dias
4º Momento: Avaliação
10º ENCONTRO: ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO ESCOLAR
Data: 05/04/11
2º Momento: Referencial teórico – organização dos espaços e tempo, cantos temáticos e o trabalho dirigido na hora de planejar e desenvolver atividades
- Entrega da apostila
4º Momento: Roda de conversa – questionamentos e dúvidas.
5º Momento: Atividade:
- Despertando a criatividade: Pense e analise que cantos temáticos há a possibilidade de fazer em sua sala de aula.
Levar em conta que no outro turno há uma professora que estará utilizando a sala com você, e que também deve utilizar este canto. Relatar em uma folha e colocar em prática. Conversem juntas.


6º Momento: Slide “Faxina na Alma” – Carlos Drummond de Andrade.7º Momento: Avaliação
9º ENCONTRO: ÉTICA E FILOSOFIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Data: 22/03/11
2º Momento: Dinâmica: “O feitiço vira contra o feiticeiro” – Não deseje ao outro o que você não quer para si mesmo.
Objetivo: não faça ou deseje aos outros o que não gostaria para si
Material: papel e caneta
Procedimento: forma-se um círculo, todos sentados, cada um escreve uma tarefa que gostaria que seu colega realizasse, sem deixá-lo ver. Após todos terem escrito, o feitiço vira contra o feiticeiro, que irá realizar a tarefa é a própria pessoa que escreveu. "não faça ou deseje aos outros o que não gostaria para si"
Respeito ao próximo.
Após a dinâmica refletir e discutir sobre questões de ética.
Procedimento: forma-se um círculo, todos sentados, cada um escreve uma tarefa que gostaria que seu colega realizasse, sem deixá-lo ver. Após todos terem escrito, o feitiço vira contra o feiticeiro, que irá realizar a tarefa é a própria pessoa que escreveu. "não faça ou deseje aos outros o que não gostaria para si"
Respeito ao próximo.
Após a dinâmica refletir e discutir sobre questões de ética.
3º Momento: Vídeo da TV Cultura: “O Mundo da Lua” – a criança busca responder suas próprias perguntas, sem precisar da ajuda do outro através da fantasia – brincadeira
4º Momento: Leitura do texto “Filosofia com crianças: a teoria e a prática”, debate.
FILOSOFIA COM CRIANÇAS: A TEORIA E A PRÁTICA
Angélica Silva Costa
Caroline Mendes de Carvalho
Luciana Xavier de Castro
O ensino de filosofia com crianças não possui os mesmos pressupostos teóricos e práticos do ensino médio e do ensino superior. Não se trata de ensinar história da filosofia ou temas de filosofia, mas ensinar a filosofar, no sentido de estimular o pensamento e a reflexão sobre diferentes áreas como a lógica e a ética. Além disso, é preciso refletir os modos de ensinar filosofar. As brincadeiras, os jogos de regras e os diálogos são estratégias didáticas que permitem a prática do filosofar com crianças. Por fim é preciso refletir sobre o conteúdo desse filosofar a ser praticado com e pelas crianças.
Brincadeiras e Jogos de Regras
Definir o que é ser criança, é uma preocupação de algumas áreas do conhecimento, como a psicologia e a pedagogia. Para Piaget, por exemplo, o desenvolvimento do ser humano ocorre por meio de etapas, o qual nas primeiras etapas, ainda está incompleto, contudo, está em constante desenvolvimento. A maioria dessas teorias, inclusive no senso-comum, entende criança como um ser humano em desenvolvimento, dependente dos adultos.
A criança vive sobre os olhares do adultos em diversas situações de sua vida. Todas as regras do seu viver, são ditadas pelos mais velhos, seja na família, na escola, instituições religiosas, enfim, em todos os atos da vida social. Ela é constantemente preparada para ser inserida dentro do contexto social, para desenvolver-se. A educação dada à criança é para inseri-la socialmente, até tornar-se adulto.
Contudo, há uma ação própria da infância que consiste em inventar um mundo só dela, independente do mundo dos adultos. Ela parte do que já conhece para criar novas situações de forma fantasiosa, mas com efeitos reais que a ajuda a conhecer e entender o mundo onde ela vive. Essa ação é a brincadeira e os jogos de regras.
A criança brinca com o que lhe parece ser interessante. Desde os primeiros meses de vida ela começa a perceber o mundo e a aprender sobre este, transformando os objetos no qual ela tem contatos em brinquedos; em instrumentos de brincar. Às vezes, ela utiliza um objeto para brincar, mas pode ser algo mais abstrato como uma música, uma fala, uma expressão popular ou científica. Por meio da brincadeira ela inventa um mundo novo, para entender o mundo real.
Lembramos de um seriado a TV Cultura “O Mundo da Lua”, em que, o personagem principal, Lucas, de 10 anos, cria e constrói sempre um mundo imaginário, onde tudo é possível. Sempre que surge uma dúvida a respeito de algo que o incomoda, ele cria por meio de uma brincadeira um mundo novo, que o possibilita criar responder suas próprias perguntas, sem precisar da ajuda de um adulto.
Nos jogos de regras, as normas do jogo já vêm prontas, normalmente definidas por um adulto. Entretanto, as crianças sempre inventam um jeito novo de jogar, e interpretam as regras à sua maneira criando novas possibilidades. Mesmo quando há supervisão de um adulto, nota-se com freqüência que as respostas “prontas” dadas às possíveis dúvidas das crianças, não as satisfazem. Elas sempre querem saber mais e inventar mais.
A brincadeira do faz de conta, permite a criança entender, por exemplo, como se comportam os animais, como é ser bombeiro, um policial, em fim, tudo aquilo que não faz parte da sua vivência. A brincadeira é portanto algo próprio da infância, um instrumento cognitivo que permite a criança compreender o mundo que a cerca.
No âmbito educacional, a prática da brincadeira e dos jogos de regras, possibilita a criança a desenvolver sua autonomia cognitiva, sua capacidade de ir em busca do conhecimento, de saciar suas dúvidas . Na Pedagogia da Autonomia (1996), Paulo Freire já ressalta a importância de os professores incentivarem a autonomia cognitiva do aluno, como fundamental para seu desenvolvimento. Na educação infantil os materiais pedagógicos, são basicamente utilizados pelos educadores, como brinquedos que possibilitam as crianças desenvolverem seu raciocínio e sua capacidade de aprenderem por si só, mesmo que haja a supervisão do adulto.
O filosofar com crianças por meio da brincadeira:
A filosofia na Educação Infantil, é uma prática muito recente nas escolas. Por esse motivo, causa estranhamento aqueles, principalmente filósofos, que não tiveram contato com esse novo campo. São questionamentos freqüentes, como por exemplo, ensinar Filosofar para crianças? As crianças têm capacidade de aprenderem Filosofia? Tais perguntas podem ser tomadas como preconceitos, advindos das teorias que concebem a criança como um ser incompleto, consequentemente incapazes de aprender conceitos tão abstratos quanto os da Filosofia.
A expressão Filosofia para crianças teve sua criação com os estudos de Matthew Lipman, que é um dos grandes pesquisadores da inclusão do ensino de Filosofia na Educação Infantil. Suas obras têm como objetivo preparar criança para a reflexão e para o exercício do pensamento, o que dá por meio das próprias indagações das crianças a cerca dos objetos que estão em sua volta e que lhes causa “espanto”. Ao iniciar o estudo sobre a inclusão de Filosofia na Educação Infantil, Lipman nos responde sobre os preconceitos apresentados por aqueles que não acreditam ou que duvidam da possibilidade de um filosofar na infância.
A filosofia na Educação Infantil, não tem por objetivo ou por método, ensinar as crianças a história da Filosofia, ou apresentá-las às grandes correntes filosóficas; mas sim de prepará-las a filosofia. Essa preparação se dá por meio da indagação, ou seja, da pergunta, que levará a investigação daquilo que deseja saber. Essa prática conduz a uma reflexão filosófica, e a uma preparação para Filosofia da academia, pois a criança desenvolve seu pensamento seu raciocínio lógico e crítico; ela aprende a pensar corretamente.
Nesse contexto, há uma crítica da pesquisadora Pulino, autora do artigo A brincadeira, o jogo, a criação: crianças e adultos filosofam (2005). O ensinar a filosofar proposto obras de Lipman, são alvos de críticas da autora em questão. Ela propõem um filosofar com crianças e não um ensinar a filosofar por meios de métodos prontos, que não exploram a autonomia investigativa da criança. Caso a filosofia na infância seja feita da segunda maneira, ela se torna um dogma e na cumpre o que propõe, que é justamente levar a criança a desenvolver seu raciocínio autônomo reflexivo. Conforme Pulino, só é possível essa prática, ou seja, filosofar com crianças, quando os adultos se comportam como crianças e vão em busca de respostas para seus questionamentos.
Mas como filosofar com crianças? A brincadeira e os jogos de regras são, segundo Pulino, uma das maneiras mais proveitosas de atrair a criança, para o mundo da reflexão filosófica. Pois parte de uma vivência da própria criança, para resolver problemas e questões elaborados por elas mesmas, em que, elas buscam suas próprias respostas. É nesse sentido que os adultos devem entrar na brincadeira.
A brincadeira é utilizada na prática filosófica como meio de aprender a investigar, de raciocinar reflexivamente, de construir os seus próprios conceitos e de desfazê-los. Nesse processo de filosofar brincando, a criança desenvolve um espírito crítico sobre tudo aquilo que lhe é imposto pela sociedade; por exemplo, em um jogo de perguntas e respostas, em que, o que se quer saber é: o que só meninos usam? Com essa brincadeira por exemplo, a criança e até mesmo o adulto, reflete sobre seus conceitos, descobre o que o outro pensa sobre esse assunto e chega a uma idéia, que nesse caso pode levar a eliminar preconceitos sobre o que é ser do sexo masculino.
A prática da investigação filosófica com o Jogo da Caixa:
Para essa brincadeira é necessário o uso de uma caixa de preferência de cor neutra.
Coloque no interior da caixa, um ou vários objetos. Para realizar a brincadeira, posicione os alunos em um círculo fechado e peça para eles passarem a caixa um por um. O Objetivo do jogo é que eles descubram o que tem na caixa, mas para isso é preciso, seguirem as regras; são elas:
Não podem abrir a caixa
Devem sacudir a caixa, para utilizarem audição.
Pelo tato, verificarem o peso da caixa
Pela visão verificarem o tamanho da caixa
Após essa percepção, os alunos devem fazer uma pergunta investigativa para tentarem descobrir o que tem na caixa.
Cada aluno só pode fazer uma pergunta, ao estar com a caixa na mão.
A professora responde apenas sim ou não (por exemplo: o aluno pergunta: é algo para alimentar? A professora responde: não).
Após a caixa passar pela mão de todos da roda, e todos já fizeram suas perguntas investigativas, os alunos devem analisar todas as perguntas e respostas dadas, e por meio de eliminação falar finalmente o que tem na caixa.
Essa brincadeira permite experimentar tudo que foi discutido acima sobre a prática do filosofar com crianças por meio da brincadeira. As crianças começam primeiro com uma curiosidade acerca de algo novo para elas, a caixa fechada. Os primeiros contatos por meio dos sentidos levam-nas a fazerem perguntas; que é o ponto inicial de qualquer reflexão filosófica. A partir daí iniciam uma investigação. Elas levantam as possibilidades, ligam as várias perguntas e respostas por meio de um raciocínio lógico e chegam a uma conclusão. Essa é uma forma de exercitar a reflexão filosófica.
Prática pedagógica na sala de aula de Filosofia: as diferenças entre o debate e o diálogo.
A outra forma de exercitar a reflexão filosófica é por meio do diálogo o qual não se confunde com o debate. Para Waskman, a filosofia tem um caráter investigativo, ou seja, ela questiona, propõe formulação de hipóteses e tem aspiração pelo verdadeiro entendimento. É necessário, portanto, qual a investigação filosófica seja dialogada entre uma grupo de pessoas cujas opiniões de diferentes geram tensão e deixam o filósofo indagando mais a respeito do que havia proposto. Ao remeter a palavra “tensão” ela deve ser entendida como algo que têm pólos opostos, ou seja, que impulsionam em sentidos contrários. A autora dá o exemplo do instrumento de cordas: só há som quando há a tensão entre a corda e os dedos. Isso quer dizer que para haver uma problemática, deve, necessariamente, apresentar idéias distintas que possam ser trabalhadas, pensadas. Nesse sentido, então, isso pode nos remeter à prática pedagógica muito utilizada, com crianças e jovens, que é o debate em sala de aula.
No entanto, como se trata, de uma aula de filosofia, o debate não é um recurso muito satisfatório. Como citado, a filosofia não tem a pretensão de dar respostas exatas.
Ela é o ato do pensar, do indagar, da formulação de perguntas sem necessariamente precisar de uma resposta imediata. Poderíamos, assim, substituir a expressão “debate em sala de aula” por “diálogo em sala de aula”.
O diálogo, na sala de aula requer disposição dos alunos que conversam para escutar uns aos outros, sem haver julgamentos de cada idéia apresentada, ou seja, se estão corretas ou erradas, sem querer impor alguma regra ou verdade, se auto-corrigir ou mesmo modificar seu pensamento. Ele gera tensão entre o questionamento e a resposta, pois a resposta não é suficiente, não resolve e nem conclui, ela pode ser palco para outros questionamentos. Nesse sentido, a pergunta gera uma resposta e a resposta gera uma pergunta, ou seja, o dialogar é uma dialética, e não precisa ser concluído com um consenso ou uma resposta única.
“O diálogo gera-se, constrói-se e cresce na intertroca,mas não necessita ‘fechar-se’, chegar a uma conclusão ou resposta com a qual todos concordem: no diálogo explicitam-se as diferenças, mas não se aponta para a sua dissolução, superação ou para deixá-las de lado, porque o que se privilegia é a tensão que o pensamento gera, com o próprio eu e com os outros.” (WAKSMAN, 2005, 180)
O mais importante dos problemas filosóficos apresentados em sala de aula e dialogados é que faz com que a criança aprenda a pensar, mas também a ouvir, interagir permitindo que todos reflitam sobre tudo o que foi dito sem obrigarem-se a memorizar a resposta pronta de uma conclusão.
Críticas ao método da educação filosófica para crianças de Lipmam
A reflexão sobre o filosofar por meio de jogos e brincadeiras e do diálogo nos conduz a uma critica ao método de Lipman proposto por Silveira. Na década de 60, o filósofo norte-americano Matthew Lipman sistematizou um programa de ensino de filosofia para crianças, com o qual pretendia reformar o sistema educacional americano, a seu ver até ali incapaz de promover o desenvolvimento adequado do raciocínio e da capacidade de julgar dos alunos. Para tanto, segundo Lipman, a prática da filosofia era indispensável. Além de buscar fundamentar teoricamente o papel da filosofia na educação das crianças, o autor desenvolveu uma metodologia e um currículo específicos, destinados às escolas.
Dessa forma, institucionalizou uma nova área de interesse da educação (e por que não dizer, da própria filosofia?): o de fazer filosofia com crianças.
A proposta, que chegou ao Brasil na década de 80, é atualmente aplicada em mais de 30 países do mundo, tendo inspirado críticas e alternativas. Da mesma forma, muito dos estudos, dissertações e teses a que deu origem pretendem hoje questionar suas bases, sua metodologia e prática.
Podemos observar que a Comunidade de Investigação proposta pelo método de Lipman tem por fundamental o diálogo. Obviamente, não se trata de um diálogo simples ou qualquer, mas algo “criterioso e equilibrado”. Fatores que enfatizam a importância do papel do professor no desempenho lógico dos alunos, promovendo através de tais exercícios a aprendizagem do pensar. Porém, tal método nos desperta a seguinte questão: Até que ponto a função do professor é algo que constitui garantia suficiente na “Comunidade de Investigação” de que não cairá num processo manipulador ou de doutrinação?
De acordo com Silveira, o método de Lipman não anula ou elimina a doutrinação, mas a dissimula, o que a torna mais eficaz. Tal método, proposto pelo material didático realiza nada mais ou nada menos que a internalização da ideologia dominante. O que significa cumprir com uma função política, uma vez que procura “educar crianças”de modo a internalizar valores, comportamentos, etc., considerados ideais para a sociedade. O que seria a produção de “bons cidadãos” que internalizam, aceitam, obedecem e cumprem.
A doutrinação ou dogmatismo, certamente, é uma questão muito delicada, pois quem quer que ensine, ensina valores. A transição de valores, inevitável em si é necessária e até certo ponto desejável. Dessa forma, precisamos reconhecer que independente à consciência do professor e das crianças, em ambos há um princípio de doutrinação. Afinal, ao chegarem à escola, crianças e professores trazem consigo valores, opiniões, crenças, visões de mundo que constituem elementos ideológicos da sociedade; devemos considerar que nem mesmo os materiais didáticos do Programa de Lipman fogem a tal situação. “...É o risco que define a função docente: será que fiz tudo para fazer dos meus alunos os homens que eu desejaria que eles fossem?” (SNYDERS, 1984, 29). Assim, segundo Silveira, Lipman se preocupa em descrever como “deve ser” uma educação filosófica para crianças, partindo de quatro conceitos: filosofia, investigação, diálogo e educação democrática. Segundo o autor, faz-se filosofia quando se praticam regras que se definem pelos parâmetros lógicos e meta cognitivos de um diálogo ou uma investigação. Identifica também como filosóficas as perguntas que questionam um tema comum (que tenha a ver com todos os seres humanos e não apenas com alguns poucos), central (que despreze detalhes ou particularidades sem maior significado, e coloque questões de importância para a vida, tais como: liberdade, vida, morte amizade) ou controverso (capaz de gerar uma polêmica nunca esgotada pela investigação).
Além disso, segundo pesquisas de Silveira, a comunidade é o único lugar que Lipman admite como ideal do diálogo filosófico, que é o caminho autêntico para se fazer filosofia. O autor entende que uma pessoa se constitui pelas normas e valores que adquire no convívio social, por isso, é de sua importância cultivar atitudes democráticas e filosóficas na sala de aula, na comunidade de investigação, para que se possam formar alunos com ideais democráticos e atitudes filosóficas. É de suma importância o estabelecimento de tal comunidade, já que, ao estimular o que ele chama de <<diálogo filosófico>>, ela forneceria desenvolvimento ao modelo ideal de sociedade, que, por sua vez, produziria o modelo ideal de indivíduos.
Dessa maneira, pode-se observar que Silveira critica toda a proposta de Lipman e a concebe como definida por “modelagens”, pela busca de um ideal de homem a ser alcançado através da educação filosófica das crianças. Por isso, critica a concepção de ensino-aprendizagem baseada apenas na transmissão de conteúdos, que ele considera um processo passivo de aprendizado. Reforça sua crítica ao dizer que o programa “filosofia para crianças” seria o produto
Da interação entre os interesses, problemas e inquietudes das diferentes faixas etárias e aquilo que a metodologia lipmaniana preparou para desenvolvê-los “adequadamente”.
Em suma, Silveira afirma que Lipman define sua proposta como uma inovação pedagógica, porém intenciona impô-la como uma tábua de salvação para aquilo que considera ser um modelo educativo naufragado. Traz uma “receita de bolo” já pronta e acaba que serviria para estimular o interesse cognitivo dos alunos, tão acomodado pelas metodologias das aulas tradicionais, porém, não intenciona discutir a aplicação de seus “ingredientes”, empurrando-os “goela a baixo”dos alunos e professores pelo uso das novelas e manuais. Esvazia o questionamento filosófico da subjetividade necessária para a sua realização, substituindo-a por um “diálogo filosófico”, artificial e fabricado, por uma metodologia de “solving problems”. Subtrai a possibilidade de criação, de transformação e de verdadeira inovação.
Bibliografia:
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo, Terra, 1996.
LIPMAN, Matthew. Issão e Guga, Maravilhando-se com o mundo. Trad.; Sylvia Judith Hamburger Mandel. Ed. São Paulo. 1995.
_______. A filosofia vai à escola. São Paulo, Summus Editorial, 1990.
PULINO, Lúcia Helena Cavasin Zabotto. A brincadeira, o jogo, a criação: crianças e adultos filosofam.
SNYDERS, G. Escola, classe e luta de classes. Lisboa. Moraes, 1986.
WAKSMAN, Vera. Da tensão do pensar: sentidos da filosofia com crianças. In: KOHAN, Walter. Ensino de filosofia ________(org.) 1ª ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2005. P. 171 – 180.
WWW.tvcultura.com.br, acesso em 01/02/2006.
Retirado: http://www.laefi.defil.ufu.br/Arquivos/artigofilosofiacriancasteoriaepratica.pdf
5º Momento: Jogos que levam a criança a pensar: caça ao tesouro; dominó humano, tangran; encaixe, quebra-gelo, resta 1, amigos de Jó... ( Colocá-las para brincar)
Entregar apostila de jogos
APOSTILA DE JOGOS
DOMINÓ
Cada jogador irá receber sete peças. Deixe sempre algumas peças de fora para a “compra” que será feita quando você não tiver peça para realizar a jogada.
No começo é interessante que você jogue dominó com um grupo pequeno de crianças (duas a três), para que elas comecem ir pegando as regras e a habilidade. Depois pode incentivar que elas ensinem os colegas para jogarem com um grupo maior.
A decisão de quem vai jogar primeiro pode seguir várias regras como tirar a peça com dois números 6 ou quem sorteia a peça mais alta ou até mesmo começa com quem ganhou a partida anterior. Cada peça só poderá ser conectada a outra de mesmo número. Vá fazendo isso até terminar todas as peças. Se por um acaso não tiver nenhuma pedra para continuar a sequência, terá que pegar uma de fora; por isso que é preciso pensar bem em cada jogada, quanto mais peças na mão, mais tarde termina o jogo.
Ganha a partida quem conseguir eliminar todas as peças da mão primeiro. Isso se chama baixar todas as peças. Geralmente as disputas são tão boas que vocês jogarão várias partidas sem perceber.
DOMINÓ HUMANO
Os alunos deverão conhecer as regras do dominó para poder jogar.
Cada criança deve unir-se aos participantes que iniciaram o jogo, apontando uma característica comum, visível ou não, que deve ser nomeada em voz alta.
Exemplo: Eu Ana me junto a Lucia porque estamos de tênis. Eu Luiza me junto a Lucia porque estamos de calça preta. Eu Rita me junto a Ana porque somos meninas... Para fechar o círculo os dois últimos integrantes deverão descobrir o que pode uni-los.
CAÇA AO TESOURO
Formam-se equipes ( no máximo 6 participantes em cada equipe).
Às equipes formadas será distribuído um mapa do percurso ou uma dica para chegar a primeira pista.
A primeira pista será levado a segunda e assim sucessivamente.
Ganha a equipe que chegar primeiro no tesouro
Atenção: Para crianças menores, pode-se jogar cada um por si, ou a turma inteira e o professor lê as pistas de forma que instigue o pensar das crianças.
JOGO DO 1 OU 2
Material: dado com apenas os números 1 e 2, ou fichas em uma sacola (números 1 e 2).
Aplicação: Cada jogador, na sua vez, joga o dado, ou retira uma ficha. O jogador lê o número e procura identificar em seu corpo partes que sejam únicas (ex.: nariz, boca, cabeça, etc) ou duplas (olhos, orelhas, braços, etc). Não pode repetir o que o outro já disse. Caso não lembre, a criança passa a vez. Jogar até esgotar as partes.
Aplicação: Cada jogador, na sua vez, joga o dado, ou retira uma ficha. O jogador lê o número e procura identificar em seu corpo partes que sejam únicas (ex.: nariz, boca, cabeça, etc) ou duplas (olhos, orelhas, braços, etc). Não pode repetir o que o outro já disse. Caso não lembre, a criança passa a vez. Jogar até esgotar as partes.
SACOLA MÁGICA
Material: uma sacola, um dado, materiais variados (em quantidade).
Aplicação: uma criança joga o dado, lê o número e retira da sacola a quantidade de objetos correspondente à indicação do dado. Passa a vez a outro jogador, até que todos os objetos sejam retirados da sacola. Podemos comparar as quantidades no final (mais/menos, muitos/poucos).
Aplicação: uma criança joga o dado, lê o número e retira da sacola a quantidade de objetos correspondente à indicação do dado. Passa a vez a outro jogador, até que todos os objetos sejam retirados da sacola. Podemos comparar as quantidades no final (mais/menos, muitos/poucos).
TANGRAM
Tangram é um jogo que milenar que exige astúcia e reflexão. Da sua simplicidade
nasce sua maior riqueza; pelo corte de um quadrado, sete peças criam, juntas, formas
humanas, abstratas e objetos de diversos formatos. Originário da China, e anterior ao
século 18, pouco se sabe da verdadeira origem do Tangram.
A sua simplicidade e capacidade de representar uma tão grande variedade de
objetos e, ao mesmo tempo a dificuldade em resolvê-los, explica um pouco a mística deste
jogo. O importante para se jogar Tangram é possuir imaginação, paciência e criatividade.
Reconstituir algumas formas pode parecer impossível. Mas ao passar por outras mais
simples, a solução pode aparecer, provando que todo problema sempre tem solução.
Este quebra-cabeça contém sete peças, cortadas a partir de um quadrado. Você pode
formar milhares de formas, mas lembre-se de que as peças não podem ser sobrepostas e
todas devem ser usadas.
O Tangram é formado por sete peças, são elas:
· 5 triângulos: 2 grandes, 1 médio e 2 pequenos;
· 1 quadrado;
· 1 paralelogramo
Regras:
As regras básicas são as seguintes:
· Tem de utilizar as 7 peças;
· As peças têm que estar deitadas;
· As peças têm que se tocar;
· Nenhuma peça pode sobrepor-se a outra.
JOGO DA SEGUÊNCIA LÓGICA
Materiais: Formas geométricas de tamanhos e cores diferentes.
Divide-se as peças entre os jogadores ( quatro jogadores no máximo). O professor inicia o jogo, dispondo uma determinada sequência e logo em seguida pede que um de cada vez coloque uma determinada peça. O jogador que não obtiver a peça seguinte da sequência perde a vez. Ganha quem acabar com suas peças primeiro.
Objetivo do Jogo: Mover a tartaruga gigante em uma direção.
Materiais: Um tapete grande ou algo como uma folha de papelão, um colchão, um cobertor ou outro material apropriado.
Descrição: O grupo de crianças (de três à oito crianças no máximo) engatinham sob a "casca da tartaruga" e tentam fazer a tartaruga se mover em uma direção.
Dicas: No começo as crianças podem se mover para diferentes direções e pode demandar algum tempo até que elas perceberem que têm que trabalhar juntas para a tartaruga se mover. Mas não desista. Repita outras vezes, em outros dias e, se necessário, faça um "ensaio" com elas sem estarem carregando a casca.
Um desafio maior pode ser ultrapassar "montanhas" (um banco) ou percorrer um caminho com obstáculos sem perder a casca.
AMIGOS DE JÓ
Objetivo do Jogo: Cantando a música "Amigos de Jó", todo o grupo tem que deslocar-se na cadência e realizar os movimentos propostos formando uma espécie de balé brincalhão.
Recursos: círculos no chão (bambolês, círculos desenhados de giz ou barbantes) em número igual ao de participantes dispostos em um grande círculo.
Descrição: Cada participante ocupa um bambolê ou círculo desenhado no chão.
A música tradicional dos "Escravos de Jó" é cantada com algumas modificações:
"aMigos de Jó joGavam caxanGá. Tira, Põe,
Deixa Ficar, fesTeiros com fesTeiros
fazem Zigue, Zigue, Zá (2x)"
Deixa Ficar, fesTeiros com fesTeiros
fazem Zigue, Zigue, Zá (2x)"
O grupo vai fazendo uma coreografia ao mesmo tempo em que canta a música. A cadência das passadas é marcada pelas letras maiúsculas na música.
"aMigos de Jó joGavam caxanGá." : são 4 passos simples em que cada um vai pulando nos círculos que estão à sua frente.
"Tira": pula-se para o lado de fora do círculo
" Põe": volta-se para o círculo
"Deixa Ficar": permanece no círculo, agitando os braços erguidos "fesTeiros com fesTeiros": 2 passos para frente nos círculos "fazem Zigue, Zigue, Zá" : começando com o primeiro passo à frente, o segundo voltando e o terceiro novamente para frente.
Quando o grupo já estiver sincronizando o seu ritmo, o(a) focalizador(a) pode propor que os participantes joguem em pares. Neste caso, o número de círculos no chão deve ser igual à metade do número de participantes, as pessoas ocupam um círculo e ficam uma ao lado da outra com uma das mãos dadas. Além disso, quando o grupo cantar "Tira..." o par pula para fora do círculo, um para cada lado e sem soltar as mãos.
E por que não propor que se jogue em trios e quartetos??
Dicas: Este jogo-dança é uma gostosa brincadeira que exige uma certa concentração do grupo para perceber qual é o ritmo a ser adotado. É prudente começar mais devagar e se o grupo for respondendo bem ao desafio, sugerir o aumento da velocidade.
O respeito ao parceiro do lado e a atenção para não machucar os pés alheios são toques interessantes que a pessoa que focaliza o jogo pode dar.
Quando o grupo não está conseguindo estabelecer um ritmo grupal, o(a) focalizador(a) pode oferecer espaço para que as pessoas percebam onde está a dificuldade e proponham soluções. Da mesma forma, quando o desafio já tenha sido superado e o grupo queira continuar jogando, há espaço para criar novas formas de deslocamento e também há abertura para outras coreografias nesta ou em outras cantigas do domínio popular.
JOGOS DE ENCAIXE
01 caixa de sapato,
01 tesoura ,
02 papéis color set da cor desejada,
01 rolo de durex colorido,
jornais ou revista velha,
01 estilete, 01 régua.
Como fazer: Pegue a caixa de sapato sem a tampa e encape com o papel Color Set; Depois de encapado , pegue a tampa da caixa e desenhe em cima dela com o auxilio de uma régua um quadrado, um triângulo, um retângulo, e para o circulo use a boca de um copo para riscar, depois recorte com o estilete com muito cuidado ou com o auxilio de uma tesoura. Encape e ao redor de cada forma geométrica colocar o durex colorido como ponto de referência de cada forma geométrica. Encaixe na caixa e coloque durex transparente ao redor da caixa para fechá-la. Por ultimo faça as peças, use jornais fazendo bolinhas para o circulo e revestir com durex transparente ou colorido, para o quadrado e retângulo utilizar caixinhas vazias de remédio, caixas de fósforo também revestidas em jornal, para o triangulo utilizar o EVA.E está pronto para se divertir.
JOGO: ENSINANDO AS CORES
Trabalhando com as Cores Primárias
Material Utilizado: Blocos Lógicos, Bâmboles: Nas cores azul, vermelho e amarelo
Material Utilizado: Blocos Lógicos, Bâmboles: Nas cores azul, vermelho e amarelo
Desenvolvimento: Distribuir no pátio os bâmboles.
Distribuir aleatoriamente as peças dos blocos lógicos para toda a turma, e pedir que classifiquem pela cor, ou seja, coloquem os blocos amarelos dentro do bâmbole amarelo, os vermelhos dentro do bâmbole vermelho e os azuis dentro do bâmbole azul.
Variação: Depois que as crianças já obterem o domínio das cores, pode-se fazer uma competição. Distribuir um número de blocos lógicos iguais, para as duas equipes, colocar uma música e... já!!!
A equipe que colocar primeiro, os blocos dentro dos seus respectivos bâmboles GANHA.
Distribuir aleatoriamente as peças dos blocos lógicos para toda a turma, e pedir que classifiquem pela cor, ou seja, coloquem os blocos amarelos dentro do bâmbole amarelo, os vermelhos dentro do bâmbole vermelho e os azuis dentro do bâmbole azul.
Variação: Depois que as crianças já obterem o domínio das cores, pode-se fazer uma competição. Distribuir um número de blocos lógicos iguais, para as duas equipes, colocar uma música e... já!!!
A equipe que colocar primeiro, os blocos dentro dos seus respectivos bâmboles GANHA.
6º Momento: Avaliação
8º FORMAÇÃO DOS 5S - SENSIBILIZAÇÃO COM ÉRICA PONTES
Data: 14/03/11
Data: 14/03/11
7º O BINÔMIO EDUCAR X CUIDAR – QUEM EDUCA CUIDA? QUEM CUIDA ESTÁ EDUCANDO? O QUE SE DIZ E O QUE SE SILENCIA NAS INTER-RELAÇÕES?
Data: 01/03/11
Data: 01/03/11
1º Momento: Convite para se fazer uma rodinha, boas vindas – Vídeo Aprender – William Shakespeare
2º Momento: Avisos
· Situação das contratadas;
· Registro das aulas;
· Cronograma – datas.
· Devolutiva das avaliações
DEVOLUTIVA DAS AVALIAÇÕES
16 AVALIAÇÕES
( 15 ) QUE LEGAL ( 0 ) PODERIA SER ( 1 ) NÃO GOSTEI
3º Momento: Roda de conversa: Como foi cuidar do girassol? Como cuidaram? Foi preciso aprender a cuidar do girassol?
Levantar dados a cerca do cuidado e levar para o lado das crianças.
4º Momento: Hora do teatro
Entregar para elas trechos de falas das professoras retirado do livro: “Profissionais de educação infantil gestão e formação”- Sônia Kramer.
Separação dos grupos de acordo com as seguintes falas:
-Quem educa cuida?
-Quem cuida está educando?
-Cuidar e educar estão absolutamente vinculados.
As alunas deveram fazer um teatro abordando os seus devidos temas.
Falas das professoras para organização dos grupos para o teatro:
“Nós achamos uma (conquista): a educação infantil como um espaço de proposta pedagógica, e não apenas como um espaço assistencialista ou de cuidado.”
“... não é mais só cuidar. Tem que cuidar e educar. A qualidade do profissional que essa criança está recebendo como professor e o reconhecimento desse aluno como cidadão, precisam ser cuidados.”
“... cuidar e educar devem andar de mão dadas.”
“Quem cuida, educa, não se pode separar esses dois termos.”
“...as creches tinham um cunho totalmente assistencialista, agora é que está sendo dada essa nova visão para a educação infantil.”
“... estou na educação infantil para cuidar e educar.”
“... quando dou banho na criança posso ensinar as partes do corpo...”
“... cuidar e educar são duas palavras que deveriam sempre andar juntas, não se cuida sem educar e não se educa sem cuidar a meu ver.”
“... eu não faço isso, estou aqui para ensinar e não limpar menino.”
“Isso é papel do auxiliar, meu papel é educar.”
“Gosto de ter uma ajudante sim, pois é ela que na hora da pintura lava a mão dos meninos enquanto eu estou ensinando.”
“... Mas professor, vai limpar cocô de criança, isso não ta certo!...”
“...como querem que cuidamos com 30 alunos dentro de uma sala, isso é impossível de se fazer, então faço o que posso, ensino.”
“uma turma com 20 crianças, uma criança fez xixi, ou cocô, você não vai largar os outros para limpar, dar banho, para isso tem outro profissional...”
“Eu entrei nessa profissão para educar os alunos, ensiná-los e não para ficar cuidando deles.”
“Limpar fralda, e dar de mamar, ou dar banho é trabalho de outras pessoas, eu estou aqui para ensinar as crianças o conhecimento.”
“Aqui é o momento que estamos cuidando das crianças, hora de banho, almoço...”
“...neste momento é hora de banho, depois as crianças almoçam, não tem o que ensinar...”
“Creche é lugar de cuidados, é onde a mãe larga o filho para ir trabalhar...”
“... a creche é um espaço assistencialista, de cuidados...”
“....mas a educação infantil não é o lugar onde a criança vai para brincar e a professora olhar ela...”
“... não é preciso muito para estar aqui, basta saber cuidar de criança...”
“Para que faculdade para ensinar como se cuida de criança, isso minha mãe me ensinou.”
“Quando comecei a trabalhar com crianças não tinha muita cobrança de estudo, bastava saber cuidar de criança, e isso sei fazer muito bem, já criei cinco filhos.”
5º Momento: Apresentação do teatro.
6º Momento: Discussão em torno do teatro e slides com parte teórica sobre a aula.
7º Momento: Vídeo: “A arte de educar”
8º Momento: Atividade para casa.
9º Momento: Avaliação
ÚLTIMO ENCONTRO DO SEMESTRE...
DATA:14/12/10
Planejado por: Angelita Antônia dos Santos
Conduzido por: Angelita A. dos Santos
As cursistas foram recebidas com músicas de Natal
1º MOMENTO: Tocando em frente (Almir) -vídeo
2º MOMENTO: Dinâmica do servir (xícara)
Toda a natureza é um desejo de serviço.
Serve a nuvem, serve o vento, servem os vales.
Onde haja uma árvore para plantar, planta-a tu.
Onde haja um erro para emendar, emenda-o tu.
Sê aquele que afasta a pedra do caminho,
O ódio dos corações e as dificuldades do caminho.
Existe a alegria de ser bom e o prazer de ser justo.
Existe, sobretudo o sublime, a imensa alegria de servir.
Como seria triste o mundo se tudo já tivesse feito;
Se não houvesse um roseiral para plantar,
uma empresa que iniciar.
Que não te atraiam somente os trabalhos fáceis.
É tão belo fazer uma tarefa que os outros recusam!
Mas não caias no erro de que só se conquistam mérito,
Com os grandes trabalhos, há pequenos serviços
que são imensos serviços: adornar a mesa,
arrumar as cadeiras, espanar o pó.
O serviço não é só de seres inferiores.
Deus que dá o fruto e a luz, é o primeiro a servir.
Poder-se-ia chamá-lo assim: “Servidor”.
E ele, que tem os olhos em nossas mãos,
nos pergunta todo dia; “Servistes hoje? A quem?
A árvore, ao teu amigo, ou aos teus familiares?
Serve a nuvem, serve o vento, servem os vales.
Onde haja uma árvore para plantar, planta-a tu.
Onde haja um erro para emendar, emenda-o tu.
Sê aquele que afasta a pedra do caminho,
O ódio dos corações e as dificuldades do caminho.
Existe a alegria de ser bom e o prazer de ser justo.
Existe, sobretudo o sublime, a imensa alegria de servir.
Como seria triste o mundo se tudo já tivesse feito;
Se não houvesse um roseiral para plantar,
uma empresa que iniciar.
Que não te atraiam somente os trabalhos fáceis.
É tão belo fazer uma tarefa que os outros recusam!
Mas não caias no erro de que só se conquistam mérito,
Com os grandes trabalhos, há pequenos serviços
que são imensos serviços: adornar a mesa,
arrumar as cadeiras, espanar o pó.
O serviço não é só de seres inferiores.
Deus que dá o fruto e a luz, é o primeiro a servir.
Poder-se-ia chamá-lo assim: “Servidor”.
E ele, que tem os olhos em nossas mãos,
nos pergunta todo dia; “Servistes hoje? A quem?
A árvore, ao teu amigo, ou aos teus familiares?
3º MOMENTO: História: o primeiro sorriso do menino Jesus (CD)
4º MOMENTO: Avaliações
· Avaliação individual (esta avaliação não será postada aqui por ser uma avaliação pessoal)
· Avaliação de todos os encontros
AS CURSITAS AVALIARAM NOSSOS ENCONTROS COMO
( x ) QUE LEGAL,
"-É muito bom ter momentos para repensar a nossa prática e principalmente para trocar experiência."
"-Mesmo tendo gostado de todos os encontros, sinto dificuldade em montar meu portfólio. Quase não tive registro datado."
"-Os encontros são dinâmicos e isso me ajuda a entender melhor o que está sendo dito naquele encontro."
"-Gostei demais. Aprendi muito com as colegas e relembrei de várias coisas que havia esquecido."
"-Os encontros foram ótimos, acrescentaram novos conhecimentos que me auxiliam no dia a dia."
"-Tenho tirado vários proveitos da mesa educadora. Estou adorando, aprendendo muito e tenho a certeza do melhor."
"-Gostei muito, foi de grande valia, ampliando cada vez mais."
"-Gostei muito dos temas trabalhados durante esse período na mesa educadora, foram temas polêmicos(principalmente os textos sobre ser ou não tia, o tribunal)e o principal está havendo boa interação de todos, a união. Dinâmicas excelentes e grande postura das coordenadoras. Trabalho em 2 horários e não sinto que é cansativo momento algum."
"-É pena que seja pouco, pois é tão bom!... Aprendi muito, gostei de tudo, até parece que o tempo passa mais rápido."
"-Os encontros foram muito bons e produtivos. As discussões foram muito pertinentes."
"-Foram momentos de trocas, aprendizado e novas experiências."
"-Momentos de aprendizagem, troca de experiências. Conhecer novas (outras) realidades, novos conceitos sobre ensinar, o educar e o cuidar na educação infantil, assim como as mudanças possíveis nas posturas que temos que ter."
"-Adorei o encontro e aprendi muitas coisas que eu não sabia."
"-Depois de um dia corrido, a vontade imensa de chegar em casa, sinto muito prazer em vir para os encontros, está tranquilo, aconchegante, rico em formação e informação."
"-Estou adorando cada dia, a cada encontro aprendo mais e procuro vivenciar em meu dia dentro da escola."
( x ) NÃO GOSTEI,
"-Do cansaço depois do dia de trabalho e de aulas expositivas.
5º MOMENTO: Avaliação dos CEIS ( com base em nossas visitas, do conselho e da Adelaide)
5º MOMENTO: Avaliação dos CEIS ( com base em nossas visitas, do conselho e da Adelaide)
Data: 23/11/10
Planejado por Angelita
Ministrado por Narjara
1º MOMENTO: Mensagem Educar - Rubem Alves
2º MOMENTO: Roda de conversa - discutir sobre os diferentes papéis que o professor assume e qual o sentimento a este respeito.
3º MOMENTO: A educadora como tia - Uma grande discussão
JURI SIMULADOR
Textos para embasamento teórico:
1- Bons tempos em que chamávamos aos professores de tia - Fonte: http://www.educacional.com.br/articulistas/luca_bd.asp?codtexto=660
2- Professora, sim; tia não - A tarefa de ensinar é uma tarefa profissional que exige criatividade e competência científica - FREIRE, Paulo. Professora sim, tia não: cartas a quem ousa ensinar. São Paulo: Editora Olho d'água. Pg.18
4º MOMENTO: Contar a história:
A Árvore generosa
Do original de Shel Silvertein, Adaptado por Fernando Sabino Era uma vez uma Árvore que amava um Menino.
E todos os dias, o Menino vinha e juntava suas folhas.
E com elas fazia coroas de rei.
E com a Árvore, brincava de rei da floresta.
Subia em seu grosso tronco, balançava-se em seus galhos!
Comia seus frutos.
E quando ficava cansado, o Menino repousava à sua sombra fresquinha.
O Menino amava a Árvore profundamente.
E a Árvore era feliz!
Mas o tempo passou e o Menino cresceu!
Um dia, o Menino veio e a Árvore disse:
"Menino, venha subir no meu tronco, balançar-se nos meus
galhos, repousar à minha sombra e ser feliz!"
"Estou grande demais para brincar", o Menino
respondeu. "Quero comprar muitas coisas. Você tem algum dinheiro que possa me oferecer?"
"Sinto muito", disse a Árvore, "eu não tenho dinheiro.
Mas leve os frutos, Menino. Vá vendê-los na cidade,
então terá o dinheiro e você será feliz!"
E assim o Menino subiu pelo tronco, colheu os frutos e
levou-os embora.
E a Árvore ficou feliz!
Mas o Menino sumiu por muito tempo...
E a Árvore ficou tristonha outra vez.
Um dia, o Menino veio e a Árvore estremeceu tamanha a
sua alegria, e disse: "Venha, Menino, venha subir no meu
tronco, balançar-se nos meus galhos e ser feliz".
"Estou muito ocupado pra subir em Árvores", disse o menino.
"Eu quero uma esposa, eu quero ter filhos, pra isso é preciso que eu tenha uma casa. Você tem uma casa pra me oferecer?"
"Eu não tenho casa", a Árvore disse. "Mas corte meus
galhos, faça a sua casa e seja feliz."
O Menino depressa cortou os galhos da Árvore e levou-os
embora pra fazer uma casa.
E a Árvore ficou feliz!
O Menino ficou longe por um longo, longo tempo, e no
dia que voltou, a Árvore ficou alegre, de uma alegria tamanha que mal podia falar.
"Venha, venha, meu Menino", sussurrou, "Venha brincar!"
"Estou velho para brincar", disse o Menino, "e estou também muito triste." "Eu quero um barco ligeiro que me leve pra bem longe.
Você tem algum barquinho que possa me oferecer?"
"Corte meu tronco e faça seu barco", a Árvore disse.
"Viaje pra longe e seja feliz!"
O Menino cortou o tronco, fez um barco e viajou.
E a Árvore ficou feliz, mas não muito!
Muito tempo depois, o Menino voltou.
"Desculpe, Menino", a Árvore disse, "não tenho mais nada pra te oferecer. Os frutos já se foram."
"Meus dentes são fracos demais pra frutos", falou o Menino.
"Já se foram os galhos para você balançar", a Árvore disse.
"Já não tenho idade pra me balançar", falou o menino.
"Não tenho mais tronco pra você subir", a Árvore disse.
"Estou muito cansado e já não sei subir", falou o Menino.
"Eu bem que gostaria de ter qualquer coisa pra lhe
oferecer", suspirou a Árvore. "Mas nada me resta e eu sou apenas um toco sem graça. Desculpe..."
Já não quero muita coisa", disse o Menino, "só um lugar sossegado onde possa me sentar, pois estou muito cansado."
"Pois bem", respondeu a Árvore, enchendo-se de alegria."
"Eu sou apenas um toco, mas um toco é muito útil pra sentar e descansar."
"Venha, Menino, depressa, sente-se em mim e descanse."
Foi o que o Menino fez. E a Árvore ficou feliz!
A AMIZADE É UM SENTIMENTO QUE SE LEVA PARA SEMPRE...
5º MOMENTO: Avaliação
“- Foi excelente e me tirou muitas dúvidas.”
“- A cada dia tiro mais oportunidade de crescer na minha profissão. Nota 1000.”
“-Adorei o encontro Ótima foi muito pertinente ao que a gente vive no nosso dia a dia. É muito bom saber e reconhecer o nosso papel dentro do local onde trabalhamos.”
“-Ótimo encontro pois revi o olhar da criança diante das palavras que dão sentido a este olhar. O termo tia que foi bem refletido e que é importante não é o termo que a criança usa e sim qual o papel do professor, educador...”
“-Achei riquíssimo o encontro de hoje, a necessidade de ser tia ficou provada que é mais nossa do que da criança.”
“-Ótimo, você é demais, boa história. Mas sou contra o tia sim o nome da professora.”
“-Adorei esse encontro, foi um tema muito polêmico e que tivemos uma ótima discussão. Obrigada.”
“-Muito rica, enriquecedora, criativa e construtiva.”
“-Foi um encontro maravilhoso. Achei o máximo falar deste tema. Professora sim, tia não”
“- Ótimo.”
“-Gostei muito da aula de hoje, pois o tema foi excelente e muito polêmico, do qual ficou bem claro para mim agora, tinha dificuldades em relação a essa problematização. Foi dinâmica. Parabéns pelo empenho.”
“-Ótimo.”
“-Adorei o encontro foi muito interessante o debate sobre tia sim ou não.”
“-A cada dia que passa o grupo tem se mostrado mais próximo, mais integrado. A cada dia nos conhecemos mais. Esta sendo muito bom!!!”
“- Bom”
“- Gostei muito deste encontro, foi uma experiência muito grande quanto a relação entre professora e aluno.”
“-A discussão de hoje foi muito boa. A proposta do tribunal foi criativa.”
“Ótimo. A discussão valeu a pena.”
“-Estou gostando muito.”
“-Muito bom. Gostei das colocações.”
4º ENCONTRO: TRABALHO, COOPERAÇÃO, APRENDIZAGEM E AS INTERAÇÕES QUE SE ESTABELECEM NO ESPAÇO ESCOLAR
Data: 09/11/10
Data: 09/11/10
Planejado por Angelita e ministrado por:
parte prática Angelita
parte teórica Narjara
parte prática Angelita
parte teórica Narjara
1º MOMENTO: Dinâmica -Acolher dando um cartãozinho. Cada educador escreverá o seu nome. Após a coordenadora recolhe e redistribui. Cada Educador escreverá uma mensagem para o nome que recebeu e levará a mensagem para o seu amigo dando-lhe um abraço.
2º MOMENTO: Confeccionar uma pipa - Trabalho em grupo/ discussão e reflexão sobre a atividade
Fábrica de Pipas – Voar é Preciso
LIDERANÇA - QUALIDADE – EQUIPES – ORGANIZAÇÃO – RELAÇÕES HUMANAS
Um pouco de História: A história das pipas é recheada de mistérios, de lendas, símbolos e mitos, mas principalmente de muita magia, beleza e encantamento. Tudo deve ter começado quando o homem primitivo se deu conta de sua limitação diante da capacidade de voar dos pássaros. Essa frustração foi uma motivação para que ele desse asas a sua imaginação. O primeiro vôo do homem está registrado na mitologia grega e conta que Ícaro e seu pai, Dédalo, aprisionados no labirinto de Creta pelo rei Minos, tentaram alcançar a liberdade voando. Construíram asas com cera e penas e conseguiram escapar. Apesar das recomendações do pai, apaixonado pela possibilidade de dominar os ventos, Ícaro negligenciou a prudência e chegou muito perto do Sol, que derreteu a cera das asas e precipitou-o ao mar matando-o. De qualquer forma o homem não parou por aí. Mesmo levando em conta o estranho acidente da lenda de Ícaro, ele continuou a ousar, desafiando a natureza com sua imaginação. As pipas nascem desta tentativa frustrada de voar, quando o homem transferiu para um artefato de varetas, papel, cola e linha sua vontade intrínseca de planar, de alçar vôo de terra firme.
ROTEIRO P/ ANÁLISE
1. Organização
2. Planejamento
3. Tomada de decisão
4. Liderança
5. Comunicação
6- Interação
Material Necessário: Varetas de qualquer tipo, Tesoura, Papel de seda, Cola branca, Linha, durex
Procedimento:
Formar pequenos grupos, cada grupo deverá eleger o seu líder.
Cada grupo deverá planejar uma pipa com base nos seguintes critérios:
1. As pipas devem ser bonitas
2. As pipas dever ter, no mínimo, 3 cores
3. As pipas dever ter, no mínimo, 22 cm de lado.
4. As pipas devem ter possibilidade de vôo
5. A rabo da pipa deve ter, no mínimo, 1 metro
6. Cada pipa deve ter um símbolo.
2. As pipas dever ter, no mínimo, 3 cores
3. As pipas dever ter, no mínimo, 22 cm de lado.
4. As pipas devem ter possibilidade de vôo
5. A rabo da pipa deve ter, no mínimo, 1 metro
6. Cada pipa deve ter um símbolo.
Para a etapa de confecção o grupo terá 30min.
Após a confecção das pipas abrir para a demonstração e verbalização propondo questões.
Avaliação:
O que foi observado durante o planejamento?
Como foi a atuação dos líderes nos grupos?
Como foi a atuação dos componentes do grupo ao planejar e executar a pipa?
O que esta experiência nos permite refletir quanto aos aspectos de relacionais num ambiente escolar?
.....................................................
4º MOMENTO: Roda de conversa – questionamentos, dúvidas, reflexão,...
5º MOMENTO: O que realmente importa- Texto fatiado
6 MOMENTO: Avaliação
- Excelente. Fez refletir, pensar na prática e abordou a literatura.
- Excelente. Fez refletir, pensar na prática e abordou a literatura.
- Hoje eu aprendi muito e quero aprender mais, adorei as brincadeiras.
- Gostei muito do encontro estou aprendendo muito.
- O encontro foi agradável. As dinâmicas trouxeram novas aprendizagens. Adorei a interação do grupo e a metodologia foi boa.
- O encontro foi muito profécuo. A cada dia que passa o grupo está se tornando uma verdadeira "equipe".As dinâmicas são ótimas e bem de acordo com o tema proposto para o encontro.
- O encontro foi muito bom, pois nos ajudou a refletir sobre o que a escola é para a sociedade, pais e pra mim mesma. As dinâmicas muito interessantes.
- As técnicas usadas e a forma como foi dirigido o tema do relacionamento e... Foi proveitoso e dinâmico.
- A cada dia que passa, fico mais surpreendente com os assuntos debatidos e as dinâmicas gostosas. Adorei o curso de hoje, vocês são demais. Obrigada!!!
- Achei o encontro hoje muito válido e enriquecedor, pois teve planejamento, a prática primeiramente, o envolvimento com o grupo para depois uma rica teoria; acredito muito na troca de experiências idéias a qual se desenvolve muito, é por aí mesmo. Obrigada.
- Como em todos os encontros, mutas descobertas e afirmações das maneiras como estamos sendo e agindo no ambiente de trabalho. Sempre pensando estamos sendo positivas, negativas? O que mudar? O que melhorar?
- Cada encontro é melhor do que o outro, espero que cada um no futuro também seja bom. Obrigada.
- Foi encontro prazeroso, divertido e informativo. Onde levou-me a pensa na prática de ser realmente um grupo e conviver com as diferenças.
-Foi de grande proveito, gostei bastante e foi uma graça, tive momento que senti como criança. Estou levando uma bagagem enorme para meu conhecimento.
- Achei ótimo o encontro de hoje. Foi super produtivo. Nota 10.
- Foi ótimo voltar ao meu tempo de criança quando fazia pipas para soltar. Fiquei muito feliz.
- O encontro de hoje foi ótimo.
- O encontro foi muito proveitoso e interessante. A proposta de confecção da pipa foi muito boa.
- Momento de repensar o EU professor, educador...
- Tudo ótimo, muita informação importante.
- Boa, mas achei a parte teórica cansativa na sua explanação.
- O encontro foi muito bom, pois nos ajudou a refletir sobre o que a escola é para a sociedade, pais e pra mim mesma. As dinâmicas muito interessantes.
- As técnicas usadas e a forma como foi dirigido o tema do relacionamento e... Foi proveitoso e dinâmico.
- A cada dia que passa, fico mais surpreendente com os assuntos debatidos e as dinâmicas gostosas. Adorei o curso de hoje, vocês são demais. Obrigada!!!
- Achei o encontro hoje muito válido e enriquecedor, pois teve planejamento, a prática primeiramente, o envolvimento com o grupo para depois uma rica teoria; acredito muito na troca de experiências idéias a qual se desenvolve muito, é por aí mesmo. Obrigada.
- Como em todos os encontros, mutas descobertas e afirmações das maneiras como estamos sendo e agindo no ambiente de trabalho. Sempre pensando estamos sendo positivas, negativas? O que mudar? O que melhorar?
- Cada encontro é melhor do que o outro, espero que cada um no futuro também seja bom. Obrigada.
- Foi encontro prazeroso, divertido e informativo. Onde levou-me a pensa na prática de ser realmente um grupo e conviver com as diferenças.
-Foi de grande proveito, gostei bastante e foi uma graça, tive momento que senti como criança. Estou levando uma bagagem enorme para meu conhecimento.
- Achei ótimo o encontro de hoje. Foi super produtivo. Nota 10.
- Foi ótimo voltar ao meu tempo de criança quando fazia pipas para soltar. Fiquei muito feliz.
- O encontro de hoje foi ótimo.
- O encontro foi muito proveitoso e interessante. A proposta de confecção da pipa foi muito boa.
- Momento de repensar o EU professor, educador...
- Tudo ótimo, muita informação importante.
- Boa, mas achei a parte teórica cansativa na sua explanação.
Planejado e ministrado por Angelita
Eu Educador – minha história de vida- possível agente de transformação;
Data: 26/10/2010
1º MOMENTO:Mensagem : Sou educadora
2º MOMENTO: Ao som de uma música os cursitas deverão passar uma sacolinha, quando a música parar deverão colocar as mãos dentro desta e tirar uma pergunta e respondê-la
- Eu sou educadora?
- Como me tornei Educadora?
- Pensei em ter outra profissão? Por que escolhi esta?
- Qual o seu sentimento quando está trabalhando?
- O que é ser educador?
- Eu sou um bom educador?
3º MOMENTO: listar as qualidades do Educador da Educação Infantil
QUALIDADES DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL
LISTADAS PELAS CURSISTAS
· Disponibilidade
· Sensibilidade
· Paciência
· Ser criança
· Responsabilidade
· Conhecimento
· Disposição física
· Criatividade
· Ter flexibilidade
· Afetividade
· Ser reflexiva
· Compreensão
· Ser educada
· Respeito
4º MOMENTO: leitura coletiva e discussão do texto:
Qual o perfil do profissional de Educação Infantil? Euclides Redin
Cadernos Pedagógicos – Volume 1 - Olhares das Ciências sobre as crianças – paginas de 55 a 59
Link para o texto:
http://www.ibmcomunidade.com.br/kidsmart/detLeitura.asp?codigo_leitura=14&codigo_idioma=3
5º MOMENTO: Criar uma paródia, música, poesia ou acróstico sobre o Educador Infantil.Apresentar da maneira que melhor encontrarem.Link para o texto:
http://www.ibmcomunidade.com.br/kidsmart/detLeitura.asp?codigo_leitura=14&codigo_idioma=3
6º MOMENTO: leitura do textinho do Rubem Alves – Conversa com Educadores
Plantar uma sementinha de Girassol que deverá ir para casa e cuidada – a plantinha será solicitada posteriormente.
CONVERSA COM EDUCADORES – RUBEM ALVES
O estudo da gramática não faz poetas. O estudo da harmonia não faz compositores. O estudo da psicologia não faz pessoas equilibradas. O estudo das "ciências da educação" não faz educadores. Educadores não podem ser produzidos. Educadores nascem. O que se pode fazer é ajudá-los a nascer. Para isso eu falo e escrevo: para que eles tenham coragem de nascer. Quero educar os educadores. E isso me dá grande prazer porque não existe coisa mais importante que educar. Pela educação o indivíduo se torna mais apto para viver: aprende a pensar e a resolver os problemas práticos da vida. Pela educação ele se torna mais sensível e mais rico interiormente, o que faz dele uma pessoa mais bonita, mais feliz e mais capaz de conviver com os outros. A maioria dos problemas da sociedade se resolveria se os indivíduos tivessem aprendido a pensar. Por não saber pensar tomamos as decisões políticas que não deveríamos tomar.
7º MOMENTO: Entregar uma mensagem
8º MOMENTO: Avaliação
"- Gostei muito deste encontro, pois tive vários aprendizados com outras pessoas."
"- Foi ótimo esse encontro de hoje. Tivemos vivências positivas. Nos trabalhos em grupo foram positivas a criatividade. E é uma grande oportunidade de aprendizado, de troca de experiências."
"- Foi dinâmico, criativo e enriquecedor."
"- Muito gratificante, enriquecedora, criativa."
"- Eu achei importante as técnicas e o texto trabalhado pois me proporcionou reflexão e novos conhecimentos em relação ao trabalho de educadora."
"- Ótima; criativa; ampliar mais os conhecimentos."
"- O encontro foi muito proveitoso, pois nos levou a refletir sobre nossas práticas no dia-a-dia."
"- Foi muito proveitoso o dia de hoje. A cada dia o grupo está "se formando". Já estamos nos inteirando mais."
"- Momento rico de troca - grupo dinâmico."
"- Estou gostando muito, está sendo muito útil."
"- O encontro do dia 28/09/2010, foi muito gratificante, nos fez pensar porque somos educadores e como estamos sendo como educadores. Profissão, missão? Vocação?"
"- O encontro foi bastante proveitoso. Acredito que pôde propor boas reflexões para todas."
"- Foi muito bom! A cada encontroestou aprendendo coisas novas. Gostei muito."
"- Gostei muito do encontro, achei muito proveitoso. Espero que os próximos sejam tão bom quanto."
"- Gostei muito, cada curso é melhor. Obrigado."
"- Horário, começar na hora marcada, muito bom, bem organizado."
"- Esclarescedor, envolvente."
2º ENCONTRO - CONSTITUIÇÃO DO GRUPO DE FORMAÇÃO E INTRODUÇÃO AO PROGRAMA FUNDO DO MILÊNIO PARA A PRIMEIRA INFÂNCIA
Planejado por Angelita
Ministrado por: Angelita e Narjara
"- Gostei muito deste encontro, pois tive vários aprendizados com outras pessoas."
"- Foi ótimo esse encontro de hoje. Tivemos vivências positivas. Nos trabalhos em grupo foram positivas a criatividade. E é uma grande oportunidade de aprendizado, de troca de experiências."
"- Foi dinâmico, criativo e enriquecedor."
"- Muito gratificante, enriquecedora, criativa."
"- Eu achei importante as técnicas e o texto trabalhado pois me proporcionou reflexão e novos conhecimentos em relação ao trabalho de educadora."
"- Ótima; criativa; ampliar mais os conhecimentos."
"- O encontro foi muito proveitoso, pois nos levou a refletir sobre nossas práticas no dia-a-dia."
"- Foi muito proveitoso o dia de hoje. A cada dia o grupo está "se formando". Já estamos nos inteirando mais."
"- Momento rico de troca - grupo dinâmico."
"- Estou gostando muito, está sendo muito útil."
"- O encontro do dia 28/09/2010, foi muito gratificante, nos fez pensar porque somos educadores e como estamos sendo como educadores. Profissão, missão? Vocação?"
"- O encontro foi bastante proveitoso. Acredito que pôde propor boas reflexões para todas."
"- Foi muito bom! A cada encontroestou aprendendo coisas novas. Gostei muito."
"- Gostei muito do encontro, achei muito proveitoso. Espero que os próximos sejam tão bom quanto."
"- Gostei muito, cada curso é melhor. Obrigado."
"- Horário, começar na hora marcada, muito bom, bem organizado."
"- Esclarescedor, envolvente."
2º ENCONTRO - CONSTITUIÇÃO DO GRUPO DE FORMAÇÃO E INTRODUÇÃO AO PROGRAMA FUNDO DO MILÊNIO PARA A PRIMEIRA INFÂNCIA
Planejado por Angelita
Ministrado por: Angelita e Narjara
2º MOMENTO: Discutindo- O que é um grupo? - referencial teórico: Madalena Freire -Mensagem em slide
3º MOMENTO: Acordos firmados para a realização e participação na Mesa Educadora - Assinatura do termo de compromisso
TERMO DE COMPROMISSO DE PARTICIPAÇÃO NA MESA EDUCADORA
Eu, ________________________________________________________________, ocupante do cargo/função _______________________, em exercício no C.M.E.I.__________________________, selecionado para participar do Programa Fundo do Milênio para a 1ª Infância - Mesa Educadora, promovido pelo Banco Mundial, Gerdau, fundação Maurício Sirotsky Sobrinho, Instituto Razão Social e seus parceiros e coordenado pela Secretaria Municipal de Educação de Divinópolis (SEMED), comprometo-me a:
I- promover uma participação transparente, oferecendo informações verdadeiras sobre a realidade institucional e permitindo visitas técnicas do programa em meu local de trabalho;
II- fornecer as informações requeridas pela Mesa Educadora, que possam contribuir para a qualificação do trabalho realizado na mesma;
III- colaborar com as atividades que envolvam o processo de avaliação do programa;
IV- facilitar novas atividades e/ou projetos pedagógicos para o C.M.E.I.;
V- participar integralmente do Programa e cumprir as propostas por ele definidas, bem como a carga horária de 360 horas;
VI- garantir a assiduidade com frequência mínima de 80% das atividades propostas pela Mesa Educadora, naquilo que me compete.
Declaro estar ciente que, após assinatura do Termo de Compromisso, não poderei desistir da vaga ou faltar por mais de 20% da carga horária presencial deste Programa de Formação, salvo com apresentação de justificativa aceitável e formal à Coordenação Técnica. Considera-se justificativa aceitável as seguintes situações:
I –Doença: com apresentação de licença ou atestado médico;
II – Falecimento do Cônjuge, filhos, pais, sogro/a ou irmãos;
III – Os casos omissos serão analisados pela Equipe da SEMED e Conselho Local.
Declaro estar ciente que caso minhas faltas ultrapassem 20% da carga horária desta Formação, não receberei o certificado do Programa por motivo de frequência insuficiente.
Declaro ainda, estar ciente que a minha participação no referido Programa não integra minha jornada de trabalho.
De acordo:
_______________________________________________________________
Assinatura do Participante
_______________________________________________________________
Assinatura da Diretora da Unidade Escolar
TERMO DE COMPROMISSO DE PARTICIPAÇÃO NA MESA EDUCADORA - PARA GESTOR
Eu, ________________________________________________________________, ocupante do cargo de Diretora, em exercício no C.M.E.I.__________________________, selecionado para participar do Programa Fundo do Milênio para a 1ª Infância - Mesa Educadora, promovido pelo Banco Mundial, Gerdau, fundação Maurício Sirotsky Sobrinho, Instituto Razão Social e seus parceiros e coordenado pela Secretaria Municipal de Educação de Divinópolis (SEMED), comprometo-me a:
I- promover uma participação transparente, oferecendo informações verdadeiras sobre a realidade institucional e permitindo visitas técnicas do programa em meu local de trabalho;
II- fornecer as informações requeridas pela Mesa Educadora, que possam contribuir para a qualificação do trabalho realizado na mesma;
III- colaborar com as atividades que envolvam o processo de avaliação do programa;
IV- facilitar novas atividades e/ou projetos pedagógicos para o C.M.E.I.;
V- participar integralmente do Programa e cumprir as propostas por ele definidas, bem como a carga horária de 360 horas;
VI- garantir a assiduidade com frequência mínima de 80% das atividades propostas pela Mesa Educadora, naquilo que me compete;
VII- incentivar e garantir a permanência, do educador da sua unidade escolar, participante da mesa Educadora, pelo menos no período da Formação em serviço (inicial, de 12 meses), formando parcerias nos Programas pedagógicos que contribuam para a qualificação do atendimento da mesma;
VIII- facilitar as iniciativas dos educadores em termos de novas atividades e/ou Projetos Pedagógicos para o CMEI.
Declaro estar ciente que, após assinatura do Termo de Compromisso, não poderei desistir da vaga ou faltar por mais de 20% da carga horária presencial deste Programa de Formação, salvo com apresentação de justificativa aceitável e formal à Coordenação Técnica. Considera-se justificativa aceitável as seguintes situações:
I –Doença: com apresentação de licença ou atestado médico;
II – Falecimento do Cônjuge, filhos, pais, sogro/a ou irmãos;
III – Os casos omissos serão analisados pela Equipe da SEMED e Conselho Local.
Declaro estar ciente que caso minhas faltas ultrapassem 20% da carga horária desta Formação, não receberei o certificado do Programa por motivo de frequência insuficiente.
Declaro ainda, estar ciente que a minha participação no referido Programa não integra minha jornada de trabalho.
De acordo:
_______________________________________________________________
Assinatura da Diretora da Unidade Escolar
4º MOMENTO: Estudo, discussão e elababoração do Plano de Formação do grupo
Plano de Formação - Grupo 3
CONSTITUIÇÃO DO GRUPO DE FORMAÇÃO E INTRODUÇÃO AO PROGRAMA FUNDO DO MILÊNIO PARA A PRIMEIRA INFÂNCIA
· Apresentação do grupo, conhecimento dos participantes e acolhimento;
· Apresentação do programa, seus objetivos, metas e possibilidades;
· Integração interinstitucional – aprofundamento do conhecimento entre os participantes e suas respectivas instituições.
EIXO I
OS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL
1.1.- Eu Educador – minha história de vida- possível agente de transformação;
1.2- Qual o perfil do profissional da educação infantil?;
1.3- Trabalho, cooperação e aprendizagem;
1.4- As Interações que se estabelecem, no espaço escolar, entre colegas, coordenação, crianças, família e comunidade;
1.5-Os diferentes papéis que os profissionais de Educação Infantil assumem (mãe, pai, tia, tio, professora, professor, faxineira, etc) ao trabalhar com as crianças;
1.6- O binômio educar x cuidar - quem educa, cuida? Quem cuida está educando? O que se diz e o que se silencia nas inter-relações?;
1.7 - Filosofia e Ética na Educação Infantil;
1.8 - A formação é um caminho para o desenvolvimento profissional?;
1.9 – Teorias e influências pedagógicas em Educação Infantil ;
1.10 – Pedagogia de Projetos e a mediação da educadora.
EIXO II
A CRIANÇA E SUAS MÚLTIPLAS LINGUAGENS E A APROPRIAÇÃO DO CONHECIMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
2.1- Concepção de Infância;
2.2- Estágios do desenvolvimento Infantil segundo Piaget, Vygotisky e Wallon;
2.3 - Qual a contribuição do profissional da Educação Infantil no desenvolvimento da criança?;
2.4-A criança como sujeito social;
2.5- A criança com necessidades especiais;
2.6- A concepção de brincar e criar;
2.7- A elaboração e as contribuições do currículo na Educação Infantil;
2.8- Problematizando algumas práticas no cotidiano da Educação Infantil: possibilidade e intervenção (adaptação, relacionamento entre escola e pais/mães, o sono, a alimentação, o uso da Chupeta, o choro, as fraldas, agressividade e limite, sexualidade, religiosa e espiritualidade, entre outras);
2.9- Os gestos e o ato de brincar;
2.10-Artes Visuais: estética e expressão;
2.11- Dança e a Música – entre outras questões -o uso da bandinha;
2.12Expressão Corporal – Movimento, expressão e afetividade;
2.13A arte de ouvir e contar histórias;
2.14- O Faz-de-conta;
2.15- Linguagem Matemática;
2.16- Natureza e sociedade – entre outras questões - a Criança a mídia, recursos tecnológicos, consumo e meio ambiente;
2.17 Linguagens oral e escrita - entre outras questões, o desenho;
2.18 Saúde da Criança;
2.19 Qual o perfil das crianças atendidas na educação infantil da Rede Municipal de Divinópolis?
EIXO III
A ESCOLA E OS DEZ ASPECTOS-CHAVES DE UMA EDUCAÇÃO INFANTIL DE QUALIDADE
3.1- Organização dos espaços e tempos – cantos temáticos – Programa 5 S;
3.2- Equilíbrio entre a iniciativa infantil e trabalho dirigido no momento de planejar e desenvolver atividades;
3.3 – Atenção privilegiada aos aspectos emocionais;
3.4- Utilização de uma linguagem enriquecedora;
3.5 – Diferenciação de atividades para abordar todas as dimensões do desenvolvimento e todas as capacidades;
3.6 – Atenção individualizada a cada criança;
3.7 –Sistema de avaliação, anotações, relatórios,etc, que permitam o acompanhamento global do grupo e de cada uma das crianças;
3.8 – Trabalho com os pais, mães ou responsáveis e com o meio ambiente.
EIXO IV
A EDUCAÇÃO INFANTIL E O DIÁLOGO COM A LEGISLAÇÃO
4.1- Aspectos legais da educação infantil ( LDBEN – 9.394/96, DCNEI – 2009, PNQEI –2006, indicadores de Qualidade da Educação Infantil –2009, Subsídios para a Reflexão Curricular para educação Infantil na Rede Municipal de Ensino de Divinópolis -2003);
4.2- Maus-tratos na infância: desamarrando as correntes da violência (Estatuto da Criança e do Adolescente, nº. 8.069);
4.3- Políticas sociais da infância;
4.4- Discriminações, preconceitos, etnias, inclusão e a diversidade: crianças com necessidades especiais;
4.5- A Proposta Pedagógica da Unidade Escolar.










