Grupo de Formação 5


Este grupo é composto pelos seguintes Centros de Educação Infantil:
* CMEI Rafael Nunes
  • CEI Pequeno Mundo
Tem como responsável a coordenadora técnica Narjara 


25º ENCONTRO: MÚSICA - Confeccionando instrumento musicais com materiais alternativos. 
Oficineiro: Marcelo Costa
Data: 31/10/11

24º ENCONTRO: Música - Conceito musicais e o lúdico 
Oficineiro: Carlos Eduardo Rodrigues
Data: 25/10/11
 
23º ENCONTRO: A matemática na Educação Infantil - Professora Lilian
Data: 19/10/11

1º MOMENTO: Caixa de memórias - Planeta Caiqueria
2º MOMENTO: Roda de conversa: O que é matemática? Que exemplos de nossa vida cotidiana você daria para: divisão, lógica, classificação e seriação?
3º MOMENTO: Parte teórica
4º MOMENTO: Hora do conto: "O lobo e os três cabritinhos"
- Conversa sobre os conceitos matemáticos;
- Os problemas que os personagens tiveram que enfrentar;
- O que a história ensina;
- Quais as caracterísitcas dos personagens, e com qual você se identifica;
- O que mais você poderia ter explorado na história.
5º MOMENTO: Atividades de noções matemáticas: localização, proporção, seriação, quantidade, sequência lógica, sequência temporal, raciocínio lógico.
6º MOMENTO: Retirar do saquinho a forma como irá ser registrado a atividade realizada no momento anterior: desenho, oral, escrita.
 
22º ENCONTRO: Resgatando a vista a Inhotim e aos CMEI´s
Data: 03/10/11

1º MOMENTO: Caixa de memórias - Planeta Caiqueria
2º MOMENTO: Dinâmica da sacolinha – Avaliação do Inhotim
O que trouxemos na sacola?
Por que é importante vivenciar momentos como aquele?
Será que iremos uma 2ª vez da mesma forma que fomos na 1ª?
Quais as possibilidades que este passeio te ofereceu para o trabalho com as crianças?
Se  vale a pena fazer esse tipo de passeio?

21º ENCONTRO: Conversa e orientação das visitas que faremos.
Data: 19/09/11

1º Momento: Hora da história – “Planeta Caiqueria” – História lida retirando objetos de dentro da caixa.
- Caixa de memórias: fortalecendo vínculos – Pedir alguém do grupo para fazer nossa caixa, a caixa do grupo. Para o próximo encontro contribuírem com memórias para serem colocadas dentro de nossa caixa.
2º Momento: retorno dos últimos encontros – Raquel e Dra. Viviane – levantar postura do grupo diante das palestras (comportamento) – conselheira Rose
3º Momento: Questões sobre dados do grupo na Mesa Educadora
- Levantamento da carga horária
- Como iremos repor a carga horária
- Mostra da tabulação dos instrumentos de monitoramento do programa.
5º Momento: Visita a Inhotim – dizer das dicas, levar as educadoras até os computadores para fazerem a pesquisa.
Para aguçar os nossos sentidos e a nossa curiosidade...
O Museu é um ambiente de aprendizagem não formal, de livre escolha, onde a motivação e a curiosidade são incentivadas naturalmente.
10 dicas para aproveitar nossa visita no museu Inhotim!

Você não precisa conhecer detalhes sobre o artista e sua obra, mas saber o que vocês vão encontrar pode ajudar a conversar sobre a exposição durante a visita. É muito mais interessante do que simplesmente observar as obras. Para isso, o próprio site do museu pode ajudar muito.

Você vai caminhar bastante, portanto é imprescindível o uso de roupas confortáveis e leves. Sapato confortável e fechado é a pedida, principalmente, para adentrar a instalação de Cildo Meireles, “Através”, na qual você é convidado a andar sobre cacos de vidro – possiblidades.... Já para a instalação “Desvio para o vermelho” do mesmo artista, esteja preparado para tirar os sapatos para poder circular pela obra. Transporte interno: Por 10 reais a mais (pagos logo na entrada ou a qualquer momento nos pontos iniciais dos carrinhos) você pode pegar quantas caronas quiser para determinados pontos de Inhotim com os carrinhos elétricos. Existem algumas obras que estão muito afastadas das galerias centrais e para chegar a elas, você precisa caminhar por estradas ou trilhas no meio da mata. Boa opção para economizar tempo.

Alimentação: Inhotim possui algumas opções para almoços e lanches. O Restaurante Tamboril e o Bar do Ganso tem Buffet sofisticado, portanto, mais caro. O Restaurante Oiticica, com belíssima arquitetura e ambiente gostoso, tem um ótimo buffet com preço a quilo. Algumas lanchonetes estão espalhadas pelo instituto, com ótimas opções para um lanche rápido, podemos encontrar pizzas, café, omeletes e o cachorro-quente é a opção mais barata. Não é permitido fazer piquenique e o visitante é proibido de entrar com bebidas alcoólicas e alimentos em geral.

Tire bastante foto.  Caso não leve a máquina fotográfica, eles têm lá para empréstimo, mediante a compra das pilhas e do CD para gravação das imagens, pelo custo de R$ 18,00. É permitido tirar fotos e filmar apenas para uso particular e somente nas áreas externas. Não é permitido fotografar ou filmar dentro das galerias. Há no museu uma loja  que conta com diversos tipos de lembranças e objetos de design exclusivos.
É possível dar um respiro na sua visita entre uma obra e outra. No caminho entre uma galeria e a próxima, você descansa a vista e a cabeça admirando o paisagismo do Inhotim. Dá tempo de refletir, digerir e ficar com vontade de entrar na próxima. Do lado de cada obra é possível encontrar informações sobre a mesma, uma ótima oportunidade de aprendizagem. Não está autorizado o toque nas obras. Quando for possível interagir com as mesmas, essa informação será dada pelos monitores, que orientarão o visitante sobre como fazê-lo sem riscos.
Procure usar o telefone celular nas áreas externas. Evite usá-lo dentro das galerias.

Além de conhecer muito bem o acervo, educadores do museu podem realizar atividades que facilitem o entendimento, como contação de histórias, músicas, filmes e jogos.  O  Inhotim oferece dois tipos de visita temática, uma com foco em Botânica e Meio  Ambiente e outra com foco em Arte.

-Visita Temática Ambiental
Teremos  a oportunidade de transitar pelos jardins, conhecer parte da coleção botânica disposta, paisagisticamente, além de apreciar os lagos ornamentais, as aves aquáticas e outros elementos que compõem esse espaço, através de uma visita orientada de 1h30 de duração. Diversos estímulos serão oportunizados nessa visita e, por meio de conversas e reflexões, o grupo trocará informações e experiências sobre a importância da preservação da biodiversidade vegetal e animal para a sobrevivência humana.
Essa visita será às 10h30 (saída da Recepção).

- Visita Temática de Arte
A Visita Temática de Arte consiste em proporcionar o encontro entre o educador e o público visitante para discussão sobre artistas e obras de arte do acervo. Tal visita propõe um recorte conceitual das obras em exposição e pode ter como ponto de partida uma galeria, um artista ou um roteiro específico dentro do parque. Essa visita será às 15h (saída da Recepção), duração de 1h

7. Como colaborar com a preservação do museu...
O Parque Ambiental Inhotim é dedicado à preservação de remanescentes florestais pertencentes aos Biomas Mata Atlântica e Cerrado; ao resgate e manutenção de coleções botânicas do Brasil e de outros países e ao emprego de técnicas sustentáveis de manejo. É um lugar para ter contato com a natureza e aprender sobre a conservação do meio ambiente. O visitante deve preservar as flores e as plantas, já que estas fazem parte do acervo do Inhotim. O visitante deve jogar lixo no lixo. O Inhotim tem lixeiras distribuídas ao longo de todo o parque e faz coleta seletiva
  
Isso é muito mais importante do que qualquer detalhe técnico da exposição. Além de estimular  o gosto pela arte, uma visita ao museu pode ser, antes de tudo, um divertido passeio.http://educarparacrescer.abril.com.br/imagens/entrevistas/canto_4.gifhttp://educarparacrescer.abril.com.br/imagens/entrevistas/canto_2.gifhttp://educarparacrescer.abril.com.br/imagens/entrevistas/canto_3.gifTentar fazer o outro aprender sobre características objetivas da obra - como o autor, estilo ou período histórico - pode gerar resistência. Entrar no universo próprio do museu e sentir sua magia, desperta naturalmente o interesse. Isso pode não acontecer na primeira ou na segunda visita, mas os passeios regulares a museus nos deixarão  mais à vontade no mundo da arte.

É muito comum que crianças pequenas usem uma imagem como estímulo para contar alguma história de sua própria vida. Uma pergunta simples, feita como "o que você eu vejo aqui?", pode despertar a imaginação. Não perdemos essa capacidade na fase adulta, somos capazes de nos encantar, de fantasiar, de construir nossas histórias de experimentar experiências novas. Sendo assim, durante o passeio procure sentir e registrar as impressões, sentimentos, experimentações e, em casa, transforme isso em um texto para compartilhar com seu grupo na Mesa Educadora.

10- APROVEITE ESSE MOMENTO DE DIVERSÃO E CULTURA
Vocês, com certeza, visitarão outros museus, outras galerias e poderá ser com esse grupo ou não. Pense que o mais importante é estar atenta para o vivenciar, o  momento e fica  a dica de um filosofo Heraclito: “nunca beberemos da mesma água, do mesmo rio no mesmo instante”

4º Momento: Visita aos CMEI’s, entrega do roteiro, roda de conversa.
OBSERVAÇÃO DO CENTRO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL

MOTIVO: Conhecer a organização dos espaços e tempos, a infraestrutura e o trabalho pedagógico realizado no CMEI.
ATENDIMENTO PRESTADO NA INSTITUIÇÃO:

I - ORGANIZAÇÃO DOS ESPAÇOS E TEMPOS
Sugestões de observação:
- Rotina: período livre (postura do professor), descanso (condições do local, como se organiza este tempo, bem estar da criança), alimentação (higiene, mastigação, tempo adequado, escovação)
- Flexibilidade e rigidez nos espaços,
- Ambiente interno: salas de aula, cozinha, secretaria, multimeios, corredores...
- Ambiente externo: pátio, varandas, parque...

1)                  Número de crianças atendidas de acordo com a idade:
(    ) 0 à 23 meses
(    ) 2 anos
(    ) 3 anos
(    ) 4 anos
(    ) 5 anos
Total: _____________
2)                  Horário de atendimento:
Manhã____:____               Tarde ____:____              
Integral: (    ) sim (    ) não
Qual(is) turmas: ____________________________________
3)                  Observação da rotina na instituição:
4)                  Organização dos ambientes nesta instituição: Ambientes internos
  Ambientes externos: 
II – INFRAESTRUTURA DO CMEI
Sugestões de observação:
- Materiais utilizados; mobiliários adequados, banheiros adequados; contato com a natureza... 
1)Observação da infraestrutura no CMEI visitado:
III – TRABALHO PEDAGÓGICO
Sugestões de observação:
- Atividades propostas; recursos e materiais utilizados; valorização e incentivo a autonomia da criança; produção das crianças, linguagens trabalhadas pelos professores; estímulos para o desenvolvimento da coordenação motora; mecanismos de cooperação e comunicação entre funcionários e família x escola (murais, agendas, cartazes, conversas...) 
1)                  Observação do trabalho pedagógico: 
2) Observação das linguagens trabalhadas pelos professores
 IV - CONCLUSÃO
Diante das observações o que mais lhe chamou atenção?
Qual a contribuição da visita na sua prática pedagógica? 

20ªENCONTRO:Desenvolvimento infantil de 0 a 5 anos
Palestrante: Dra. Viviane Evilyn S. de Mendonça
Data: 08/09/11

1º Momento: Alguns combinados e avisos dos próximos encontros e passeios culturais.
2º Momento: Apresentação da palestrante

19ªENCONTRO: A IMPLICAÇÃO DO EDUCADOR DIANTE DO COMPORTAMENTO INFANTIL - Repetição do discurso médico ou construção educacional
Palestrante: Psicóloga e professora mestra Raquel Cabral de Mesquita


 

 

 3º Momento: Apresentação da palestrante
 

 

 




4º Momento: Agradecimentos
1º Momento: Alguns avisos: Viagem a Inhotim, visita aos CMEI´s Isauro Silva e Nossa Senhora das Graças, data do próximo encontro e local.

2º Momento: Uma música para descontrair - Cuá fubá, cantiga de Mônica Pinheiro e Gesiel de Oliveira

18º Encontro:Cantos temáticos
Data: 10/08/11

1º Momento: Brincando um pouquinho: Cantigas de Mônica Pinheiro e Gesiel de Oliveira
“De Alagoas à Maceió”, “Cantar na Tiririca”

 



 2º Momento: Pra início de conversa: Como foi as férias? E agora, o que vai ser?
 - Retorno dos encontros do semestre passado e revisão do plano de formação.

3º Momento: Hora da História “Planeta Caiqueria” de Hermes Bernardi Jr.
Leitura da Bibliografia do autor
 - O que há dentro do baú. Lembrança de minha infância.
 - Pedir para alguém do grupo confeccionar uma caixa, que será própria do grupo e no próximo encontro cada educadora deverá trazer uma lembrança para colocar dentro da caixa.

 


 

4º Momento: Retomando a conversa sobre organização dos cantos temáticos – Retorno do Dia D nas instituições.
Leitura de imagens – fotos de CEI em São Caetano.
Reflexão


5º Momento: Hora da pipoca – Vídeo do brinque ao brincar e aprender – 17min.
- Reflexão e discussão em torno da temática.

 

6º Momento: Avaliação por uma educadora

" O encontro foi muito bom, me diverti bastante com as músicas, principalmente a de pular num pé só. Achei a idéia da caixa fantástica, mas não vou falar da minha infância, não gosto de ficar lembrando dela, é uma coisa bem pessoal minha, eu não gosto. A pipoca estava ótima, pode ter mais vezes." (Sônia)
" O encontro de hoje foi um dos melhores que participei, achei muito bom, de ótima discussão, o vídeo muito bom." (Ângela - E.P.)
17º Encontro:Último encontro do semestre - Confiança e Perseverança
Data: 13/07/11
1º Momento: Montar um jardim de flores.
Cada educadora irá fazer uma flor que deverá ter miolo, pétalas, caule e espinho.
Em cada parte deverão escrever sobre seu sentimento de acordo com a legenda:
Pétalas: o desabrochar da flor. – O que a Mesa educadora já contribui na pratica de vocês?
Miolo: de onde nascem as sementes. – O que se espera levar da Mesa Educadora?
Caule: a sustentação da flor. – O que faz você vir aos encontros da Mesa Educadora?
Espinhos: o que incomoda. – O que anda incomodando vocês na Mesa Educadora?
 

 


2º Momento: Avaliação do semestre

3º Momento: Hora do teatro – teatrinho de fantoches com leitura do livro: “Olha o olho da menina”- Mariza Prado, Ed.: Planeta das Crianças
- Conversa sobre a mensagem que o livro trás – puxar para a consciência e o ato de fingir.
- Como está nossa participação na Mesa Educadora?

 

4º Momento: Relato sobre a visita da assessora pedagógica Maria Lúcia
Pontuação das faltas – rever com as educadoras a razão das faltas
Escuta cuidadosa sobre os pontos positivos e aspectos a serem melhorados nas formações.

5º Momento: Finalização do encontro e recados – Hora do abraço

16º Encontro:Visita cultural - Exposição de quadros de Carol Canto - Um olhar sobre Divinópolis ontem e hoje
Data: 29/06/11
1º Momento: Encontro com as educadoras na sala da Mesa Educadora, explicação do que acontecerá no encontro de hoje e combinados.


2º Momento: Apresentação da Coordenadora pedagógica Maria Lúcia.


3º Momento: Brincando um pouquinho com Maria Lúcia.


4º Momento: Visita a exposição de Carol Canto.
 

 

15º Encontro:Sistema de avaliação que permita o acompanhamento global do aluno e de cada uma das crianças
Data: 15/06/11
1º Momento: Retorno da aula passada – Portfólio



2º Momento: Roda de conversa: Questionamentos e dúvidas

- Quais os instrumentos que vocês utilizam para avaliar o aluno?

- Como vocês avaliam os alunos?



3º Momento: Separação de dois grupos para leitura dos seguintes textos: “Acompanhamento e Avaliação das Crianças no Centro Infantil”, Elizabeth Amorim – Cadernos pedagógicos, vol.4

“Da avaliação ao acompanhamento”, Maria Carmen Silveira Barbosa e Maria da Graça Souza Horn, p.103 – Projetos Pedagógicos na educação Infantil.

Cada grupo deverá fazer a leitura e discussão do texto sugerido e em seguida apresentá-lo de forma criativa.


 


4º Momento: Trabalho em grupo – Estudo e discussão de vários relatórios individuais de alunos da Educação Infantil – Conversa sobre DICAS PARA AVALIAR E REGISTRAR – entrega da apostila
 

 




5º Momento: Fábula adaptada pela professora Clarilza Souza – nos permite refletir sobre as conjugações possíveis sobre o ato de avaliar.



6º Momento: Avaliação
14º Encontro: Desenvolvimento Psicomotor – Palestrante: Josiane 
Data: 01/06/11
1º Momento: Apresentação da Palestrante


2º Momento: Parte teórica em slides
 3º Momento: Vivenciando atividades motoras – teoria x prática
 

 

 

4º Momento: Separação em grupos e atividade: Cada grupo deverá inventar uma brincadeira relacionada com o tema sorteado e apresentar para os demais participantes .


MOVIMENTO;
LATERALIDADE;
NOÇÕES DE ESPAÇO E TEMPO;

FORÇA E FLEXIBILIDADE;

COORDENAÇÃO MOTORA E EQUILÍBRIO;
 

 


5º Momento: Agradecimentos e avaliação
13º Encontro: Avaliação e o Portfólio 
Data: 17/05/11
1º Momento: Retorno da aula sobre linguagem oral, desenho – 15m
2º Momento: Dinâmica de auto-avaliação cores – 30m

3º MOMENTO: Atividade individual e em grupo - Imagens representativas de Avaliação
Qual a imagem que melhor e pior representa o processo de avaliação para seu grupo? Justifique. 15m

3º Momento: Instrumentos de registro – Como montar um portfólio – Contribuições da Educadora Flávia Dias 1h45m.

 

 5º Momento: Avaliação

12º ENCONTRO: LINGUAGEM ORAL E O DESENHO INFANTIL – Palestrante: Ana Paula Faria
Data: 04/05/11

18h15- Contar a história do Haroldo desenhando no quadro com pincel, sem desenhar  o Haroldo. Solicitar que cada uma faça o desenho do Haroldo.

18h30 - Reflexões: Desenho livre X desenho espontâneo; a imaginação e a fantasia no universo infantil.
18h45 – Desenho com bolinhas. Música do Rubinho do Vale de fundo. CD Recreio. (VARIAÇÃO: COM BOLAS GRANDES EM KRAFT)


19h – Reflexões: Lâminas 3 a 8 de “ o desenho como linguagem”
19h15 - Desenhos: livre, esquema corporal e orientado.
19h30 - Reflexões:  em que estas propostas se diferenciam? Percepções ao fazê-las.  Lâminas 9 e 10.
20h - Vídeo pensamento infantil e o desenho infantil.
20h15 - Evolução gráfica do desenho infantil: Lâminas 11 a 16.
Exposição dialogada das lâminas, a partir dos desenhos livres das crianças.
Outras atividades com desenho:
a.       Rabiscos com rolon.
b.      Retrato da sombra.
c.       Desenho com pincel preto.
d.      Desenho com giz de cera.


TÉCNICAS DE DESENHO



1. DESENHO COM GIZ DE CERA
Material:
    Giz de cera em várias cores, incluindo o branco
    Papel sulfite branco, preto ou em cores.
Técnica:
   Desenhar livremente, descobrindo as possibilidades.
       Levar a criança a descobrir as possibilidades do lápis branco sobre papéis coloridos e preto, além de ser possível misturá-lo com outras cores, servindo de base ou superposto.

2. DESENHO COM GIZ DE COR

Material: 
        Giz de cor
        Papel branco, em cores ou preto. Tamanho A4

Técnica:
    Desenhar livremente. Como o giz se desprende facilmente, pode-se molhar o giz (ou o papel) no leite, que serve como um fixador.
3. DESENHO COM PINCEL ATÔMICO PRETO E GIZ DE CERA
Material:
Pincéis atômicos ou canetas hidrográficas na cor preta
              Papel jornal ou sulfite em cores claras ou branco. Tamanho A4
Giz de cera
Técnica:
Desenhar livremente com o pincel preto. A caneta hidrográfica dá efeitos mais delicados que o pincel atômico.  Colorir os espaços em branco com o giz de cera.
4. DESENHO SOBRE LIXA
Material:
                Bastões de cera ou giz molhado;
                Lixa  100 (média)
Técnica:
                Desenhar livremente sobre os grãos da lixa, cobrindo toda a superfície. Pode ser dado um contorno  como acabamento.
5. DESENHO COM LÁPIS DE CERA ENRIQUECIDO COM ANILINA
 Material:
                Lápis ou bastões de cera;
                Papel sulfite  (A4 ou ofício)
Técnica:
 Desenhar livremente com o lápis ou bastões. Terminado o desenho, cobrir com uma trincha embebida em água com anilina toda a superfície do papel, numa cor única ou em faixas de várias cores.
6. DESENHO BRANCO
 Material:
                Bastão de cera branco ou vela;
                Papel sulfite branco. Tamanho A4 ou ofício.
                Água com anilina em cores fortes.
Técnica:
               Desenhar livremente com o lápis branco ou vela. Terminado o desenho, cobrir com uma trincha embebida em água com anilina toda a superfície do papel, numa cor única ou em faixas de várias cores. 
7. DESENHO SOBRE FUNDO COLORIDO
 Material:
                Bastões ou giz de cera;
                Papel jornal ou sulfite branco. Tamanho A4
Técnica:
                Preparar primeiramente o fundo com o giz de cera deitado, em cores claras. Desenhar livremente, por cima, usando cores fortes contornadas de preto ou então apenas lápis preto, azul-marinho ou marrom.
8. IMPRIMIR DESENHOS
 Material:
                Canetas hidrocor de diferentes cores.
                Sacos plásticos transparentes tamanho ofício.
                Papel sulfite tamanho A4 na cor branca.
Técnica :
Posicionar o plástico sobre o papel. Desenhar livremente sobre o plástico com as canetas. Com a ajuda do professor, virar o plástico colocando o desenho em contato com o papel. Friccionar o plástico para que o papel absorva o desenho.
             9. Desenho soprado
 Material:
                Guache em cores variadas (sem esquecer do branco);
                Canudos de refresco;
                Papel color set ou cartolina, de preferencia em cores escuras ou preto.
Técnica:
                Pingar cores de guache e soprar com o canudo. Esta técnica se constitui num excelente exercício respiratório, e deve, se o papel for grande, ser trabalhado em grupo.

11º ENCONTRO: LINGUAGEM ORAL - A ARTE DE OUVIR, CONTAR HISTÓRIAS E O FAZ DE CONTA
Data: 20/04/11

1º Momento:Retorno da última aula: Como foi brincar? Estão brincando?...


2º Momento: Contando uma história
Brinquinhos de Ouro

Numa casinha simples, à beira de um riacho, nasceu uma linda menina. Quando foi batizada, seus padrinhos lhe deram um par de brincos de ouro, por isso todos a chamavam de Brinquinho de Ouro.
A mãe da menina era viuva e muito trabalhadeira. Todos os dias iam juntas ao riacho lavar roupas. Para passar o tempo, a menina brincava na água fresca e cristalina e pescava piabinhas, que a mãe preparava no jantar.
Um dia, na hora de voltar para casa, Brinquinho de Ouro pediu a mamãe:
- Deixa eu ficar mais um pouquinho, por favor?
- Está bem! Só mais um pouquinho! E cuidado para não perder os brinquinhos! - recomendou.
A menina tirou os brincos, colocou-os com cuidado numa pedra e continuou a brincar. Escorregava nas pedras lisas e caía na água gostosa, esquecendo-se completamente do tempo!
Ao ver que começava a escurecer, a mãe chegou à porta da casa e gritou:
- Brinquinho de Ouro!
- Já vou! - respondeu. Vestiu-se depressa e saiu correndo para casa.
Ao vê-la, a mãe perguntou:
- Onde estão os seus brinquinhos?
- Oh! Na pressa, esqueci-os no rio. Já , já, vou buscá-los!
E voltou pela trilha qu descia ao riacho. Aliviada, viu os brincos sobre a pedra. Quando abaixou para pegá-los, foi fortemente agarrada por uma mão cabeluda enorme. Brinquinho de Ouro viu um homem que mais parecia gigante, com uma tremenda cara de mau! Antes que pudesse gritar, o homem tapou-lhe a boca com um lenço imundo e jogou-a dentro de um saco de couro, chamado surrão. Pôs o saco nas costas e saiu correndo com aquelas pernas enormes, para que ninguém pudesse alcança-lo.
Vendo que a filha não voltava, a mãe saiu à sua procura. Chegando ao riacho, não viu sinal algum da menina! Apavorada, pôs-se a gritar:
- Brinquinho de Ouro! Brinquinhos de Ouro!
Os vizinhos correram para ver o que estav acontecendo. Com lampiões nas mãos, percorreram as margens do riacho, mas não foi encontrado nenhum sinal da menina.
- Brinquinhos de Ouro! Brinquinho de Ouro! - gritava a mãe desesperada.
Só o eco, bem ao longe nas montanhas escuras, repetia: "Ouro... Ouro..." A pobre criança, dentro do saco, chorava, enquanto ouvia o grito da mãe perder-se na distância...
Foi uma noite tenebrosa! De tanto chamar pela filha, a mãe perdeu a voz. As horas se passavam e ela não conseguia dormir um minuto sequer. Só pensava onde estaria a filhinha e rezava para que nada de mau lhe acontecesse.
O gigante correu horas seguidas e caminhou sem parar até a manhã do dia seguinte. Enquanto isso, espremida dentro do saco abafado e escuro, Brinquinho de Ouro sentia medo, fome e sede. Ao meio dia, o gigante viu uma casinha à beira do caminho e parou para comer algo. Bateu à porta e uma senhora muito pobre o atendeu.
- Qué vê meu surrão cantá? - perguntou-lhe o gigante.
- Quero sim sinhô. Nunca na vida vi um surrão cantar! - disse a humilde mulher.
O gigante, então, tirou o facão da cintura e bateu forte no saco:
Canta, canta meu surrão,
Senão te meto o meu facão!
Apavorada, a menina percebeu que se não cantasse alguma coisa o gigante a mataria. Então, improvisou uma triste canção:
Neste surrão entrei
Neste surrão morrerei
Por causa do brinquinho de ouro
Que lá na pedra deixei...
-Que música linda! - disse a mulher, encantada. - Espere um pouquinho, vou lhe dar alguma coisa para comer.
O gigante agradeceu e voltou a caminhar até encontrar um veio d'água, onde matou a sede e lavou o rosto. Sentou-se então debaixo de uma árvore e abriu o saco de comida que a mulher lhe dera. Dentro havia biscoitos, queijo e uma garrafa de leite. Era muito pouco para ele, que num minuto engoliu tudo. Depois pegou um pouco de água, recolheu as migalhas de pão que caíram no chão, abriu o surrão e deu as migalhas para Brinquinho de Ouro comer.
-Cê canta muito bem! Continua assim boazinha que nunca vai lhe farta nada!
Depois de um breve descanso, o gigante continuou o caminho. No fim da tarde, viu uma fazendinha a distância. Como estava faminto outra vez, resolveu ir até lá.
Ao ver aquele homem enorme e imundo parado à sua porta, a dona da casa tentou fechá-la, mas o gigante empurrou a porta e foi entrando. Colocou o surrão debaixo de uma mesinha no canto da sala e falou sem nenhum polimento:
- Preciso cumê, bebê e discansá.
A mulher saiu da sala morrendo de medo. Voltou depressa, trazendo em litro d'água, que ele bebeu de um só gole: gute, gute, gute... Em seguida, ela trouxe uma bacia cheia de comida: arroz, feijão, farinha, torresmo e mandioca. Nessa hora, o marido veio chegando e assustou-se com aquele gigante imundo, comendo feito louco. Em poucos minutor, a bacia estava completamente vazia e a barriga dele superestufada!
-Êta cumezinho bão, sô!
Satisfeito, perguntou ao casal:
- Sêis qué ouvi meu surrão cantá?
- Sim, sim! - respondeu o casal apavorado.
O homemzarrão, então, pegou o surrão debaixo da mesa, tirou o facão da cintura e bateu com ele no saco:
Canta, canta, meu surrão,
Senão te meto o meu facão
Completamente sem forças, a menina pôs-se a cantar:
Neste surrão entrei
Beste surrão morrerei
Por causa do brinquinho de ouro
Que lá na pedra deixei...
O homem e a mulher entreolharam-se assustados, reconhecendo aquela voz. Eram os padrinhos de Brinquinho de Ouro, e já sabiam do desaparecimento da menina!
- Parece a voz de Brinquinho de Ouro! - cochichou a mulher. - Psiu! Ele pode escutar! - murmurou o marido.
- Minha mulher está dizendo que a música é muito boa! - disse o padrinho de Brinquinho de Ouro, tentando disfarçar. - Vamos ouvir mais uma vez!
Dessa vez o casal não teve mais dúvodas: era mesmo a afilhada que estava dentro do saco daquele homem terrível! Mas o padrinho muito esperto, foi à cozinha e voltou com cinco garrafas de pinga para comemorar aquela beleza de surrão que sabia cantar tão bem! E o gigante, muito contente, começou a beber garrafa após garrafa, na boca do gargalo: gute, gute, gute... até ficar completamente bêbado.
- Por que o senhor não descansa um pouquinho? - convidou o dono da casa, dando-lhe uma enorme almofada.
O gigante não pensou duas vezes. Deitou-se no bando e dormiu. Roncava tanto que a casa estremecia! Rom... Rom... Rom!...
Vendo que o gigante dormia profundamente, levaram o saco para o quarto e soltaram Brinquinho de Ouro. A menina chorou de alegria ao ver que estava na casa dos padrinhos!
- Descanse um pouco, querida, que eu vou buscar alguma coisa para você comer - disse a boa madrinha.
O padrinho enquanto isso, saiu depressa levando o saco vazio debaixo do braço. Foi até o curral, pegou um carneirinho, colocou-o dentro do saco, amarrando bem. Pôs tudo de volta, debaixo da mesa. Em seguida, preparou um café forte e sem doce. Tudo pronto, encheu um balde grande de água fria e jogou tudinho no dorminhoco! O gigante acordou furioso, molhado dos pés à cabeça.
- O quê qui tá acontecendo aqui? - esbravejou.
- Ufa! Que bom que o senhor acordou! - disse o dono da casa, fingindo estar aliviado. - Pensei que estivesse desmaiado e fiquei muito preocupado, por isso molhei seu rosto um pouquinho.
Em meio a tantas desculpas, o gigante foi-se acalmando e acabou dando boas risadas! A dona da casa chegou com o café cheiroso e quente, encheu um litro e deu-lhe para beber. O gigante tomou um gole e estalou a língua, dizendo:
- Qui cafezinho bão, sô!
Nem açúcar havia no café! Isso ajudou a despertá-lo. Imediatamente lembrou-se do surrão debaixo da mesa. Deu uma olhada e viu que continuava exatamente no mesmo lugar.
- Agora tenho que ir embora. Vou ganhar muito dinheiro com esse surrão! - disse o gigante animado.
O casal deu-lhe queijos e rapadiras. Satisfeito, jogou o surrão nas costas e saiu caminhando alegremente. Andou o resto da noite.
Quando o dia amanheceu, parou numa vendinha onde alguns homens tomavam café. Comeu a matula todinha e deixou os farelos para o seu surrão cantandor. "Si num cumê ela morre" - disse para si mesmo. E, então, falou bem alto:
- Seis qué vê meu surrão cantá?
- Claro! Claro! - responderam os homens, curiosos.
O gigante pegou o facão e, todo orgulhoso de seu surrão, bateu nele, dizendo:
Canta, canta, meu surrão,
Senão te meto o meu facão!
Assustado com as pancadas, o carneirinho pôs-se a berrar: bééééé'... bééééé....
- Isso é que é surrão cantador! - brincaram os homens, rindo do gigante.
Sem entender o que estava acontecendo, o gigante bateu mais forte ainda:
Canta, canta, meu surrão,
Senão te meto o meu facão!
E o carneirinho berrava: bééééé... bééééé... Envergonhado com aquele vexame todo, o gigante abriu o saco e o carneirinho saiu pulando e berrando sem parar: Bééééé.....bééééé... Atrás dele, corria o gigante, furioso, com o facão na mão:
- Eu mato esse desgraçado! Eu mato esse desgraçado! - e sumiu na curva da estrada...
De repente, seus pés escorregaram e ele caiu num profundo defiladeiro.
- Uauuuuuu! - o gigante sumiu no buracão!
Enquanto isso, os padrinhos de Brinquinho de Ouro levaram-na de volta para casa. Encontraram a mãe completamente abatida pela fala que sentia da filha. Mas ao ver a menina, ela deu um salto de alegria! As duas abraçaram-se e beijaram-se, chorando de felicidade!
Conto popular, reescrito por: Maria da Conceição de Oliveria Teles

3º Momento: Divisão dos grupo para apresentar uma atividade que envolva o contar histórias, a linguagem oral. Como as educadoras fazem no CEI.


4º Momento:Apresentação e discussão das atividades - levar as educadoras a pensarem sobre como é o trabalo delas em sala de aula e como pode ser.

5º Momento: Parte teórica e discussões a respeito do tema


6º Momento: Avaliação


Ps.: Foi planejado outro momento em que as educadoras estariam se dividindo em grupo e preparando atividades sobre o contar histórias, mas houve bastante questões levantadas pelas educadoras, que foi pertinente estar discutindo neste momento.



10º ENCONTRO: OFICINA BRINCAR E CRIAR
Data: 06/04/11


1º Momento: Retorno da última aula, atividade e regras do grupo.

2º Momento: receber as educadoras com música
Brincadeira do balão: explorar o balão, encher pouco, esvaziar, passar pelo rosto, depois brincar com o balão individual, 1x1, 2x2, em grupo.

3º Momento: Separar as educadoras em 5 grupos de 4, de acordo com a cor do balão.
Atividade: Criar uma brincadeira em 10 minutos, pode se utilizar os materiais da Mesa Educadora.
10 minutos para cada grupo apresentar e brincar. Começar de acordo com o desenho do balão.



Chamá-las para brincar de bola – jogar, passar por baixo, por cima, Maria mariola com quem está a bola...

4º Momento: Parar para beber água, respirar e conversar sobre o que fizemos. Fazer perguntas sobre as brincadeiras de forma que levem as educadoras a pensar sobre a importância do brincar.

5º Momento: Brincar de Passeio no zoológico, brincadeira com história, contextualizar ao final ( interação, colega desanimado, a visão do professor na brincadeira).

O PASSEIO PELO JARDIM ZOOLÓGICO

1- Todos os participantes estão sentados em forma circular, formando um grande círculo;
2- O animador coloca, no centro do círculo, duas fileiras de dez cadeiras, frente a frente a uma distância de uns três metros entre uma fileira e outra;
3- As cadeiras são ocupadas por participantes voluntários;
4- Em continuação,o animador identifica cada voluntário com os nomes que seguem: o 1º da cada fileira será o Sr Pereira o 2º (de preferência que seja mulher) será a Srª Pereira e os seguintes de cada fila, ursos brancos, ursos pretos, Joãozinho, Mariazinha, macacos, leões, tigres, girafas e guardiões;
5- O animador explica que irá ler o texto que segue abaixo: "PASSEIO AO JARDIM ZOOLÓGICO". Na medida em que pronunciar o nome de um dos personagens, estes se levantam, de cada lado, correndo em volta da própria fileira, sentando-se a seguir;
6- O animador fará a leitura , e os personagens devem movientar-se à medida que forem chamados todas as vezes que o nome dos mesmos forem mencionados ;
7- Será vencedor a fileira que terminar por primeiro as voltas ao redor da própria fileira, sentando-se

PASSEIO AO JARDIM ZOOLÓGICO

Era um belo domingo de abril. O Sr. Pereira disse à sua esposa Srª Pereira, que gostaria de ir ao jardim zoológico. Seria maravilhoso o passeio com as crianças Joãozinho e Mariazinha. A Srª. Pereira ficou contente com o convite e  e logo preparou um gostoso lanche que seria consumido no jardim. Joãozinho e Marinhazinha não cabiam em si de tanta alegria e diziam:
_ Que beleza! Vamos ver os Ursos Brancos e os Ursos Pretos, os Macacos, os Tigres,os Leões, as Girafas. A família Pereira (Sr. Pereira e Srª Pereira, Joãozinho e Mariazinha) saiu de casa feliz e tomou o ônibus que a levava ao zoológico.
Ao chegarem, Joãozinho e Mariazinha logo se dirigiram para o local onde se encontravam os macacos. Eles gostavam demais das gracinhas que eles faziam. O Sr. Pereira e a Srª. Pereira gostavam mais dos ursos brancos e dos ursos pretos. Os animais que causavam eram os leões e os tigres. As girafas pareciam estar com a cabeça no andar superior. Mas o tempo passava depressa e o Sr. Pereira e a Srª. Pereira chamaram Joãozinho e Mariazinha para comerem o lanche. Joãozinho e Mariazinha gostavam de dar pedaços de bolo aos macacos e jogavam para eles também amendoins e balas. Mas o Guardião correu e admoestou os meninos para não jogarem coisa alguma aos macacos. No entanto, chegou o pôr-do-sol e tinham que voltar para casa. O Sr. Pereira, a Srª Pereira, Joãozinho e Mariazinha cumprimentaram todos os animais: macacos, leões, tigres, tirafas, ursos brancos e os ursos pretos e também o guardião, pedindo desculpas pelo que aconteceu. E, dando o último olhar carinhoso aos macacos, aos leões, aos tigres, às girafas, aos ursos brancos e aos ursos pretos, o Sr. Pereira e a Srª. Pereira, Joãozinho e Mariazinha deixaram o jardim zoológico felizes e voltaram para casa.

6º Momento: Hora da história.

                               NÃO SE ESQUEÇA DO PRINCIPAL

Conta uma lenda que uma mulher pobre, com uma criança no colo, passou diante de uma caverna, de onde saiu uma voz misteriosa dizendo:
"Entre e apanhe tudo o que você desejar, mas não se esqueça do principal. Lembre-se, você tem oito minutos. Depois disto, a porta se fechará para sempre. Aproveite a oportunidade e não se esqueça do principal."
A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro e pelas jóias, pós a criança no chão e começou a juntar tudo o que podia, no avental. A voz misteriosa sempre repetia:
"Você só tem oito minutos, e não se esqueça do principal!"
Esgotados o tempo, a mulher, carregada de ouro e pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta se fechou. Lembrou-se, então, de aprisionara a criança para sempre. A felicidade durara pouco, e o desespero ficou para sempre. Preocupada com a riqueza, a mulher se esquecera do principal, a criança.
Temos um tempo para viver – não nos esqueçamos do principal.
 
7º Momento: Avaliação e entrega do dever (balão)
 

  
9º ENCONTRO: AUTOAVALIAÇÃO E DISCIPLINA
 Data: 23/03/11


1º Momento: Dinâmica dos Bichos – Auto-avaliação
 
DINÂMICA DOS BICHOS
 
No cotidiano da vida precisamos reconhecer os diferentes papéis e também, quando necessário, mudar nossas atitudes para crescer. Vamos observar os bichos! Eles ajudam a ver como somos muitas vezes, positiva ou negativamente, em nossos encontros. Podemos seguir estes passos:
Passos metodológicos:
1.      Distribuir aos participantes a lista de alguns bichos, conforme descrita abaixo. Ler em silêncio.
2.      Cada integrante deverá escolher 3 bichos que apresentam as características que mais se assemelham a ele.
3.      Eleger os 3 bichos mais indicados e formar três grupos.
4.      Cada grupo deverá aprofundar as características de um dos bichos, como elas se manifestam no grupo durante os trabalhos propostos. Claro que muitas de nossas atitudes são inconscientes, mas isso não significa que elas não possam ser mudadas.
5.      Os 3 grupos devem apresentar (de forma bem criativa) as características do bicho escolhido.
6.       Em seguida, em plenária, todo grupo faz comentários sobre o assunto.
COBRA: É traiçoeira, perigosa, esperta e oportunista. Envenena o grupo. É fofoqueira e quer ver o circo pegar fogo.
GATO: É companheiro prestativo, carinhoso e muito esperto.
BORBOLETA: Sempre está voando. Por isso não é acomodada. Alegra o ambiente com seu jeito de ir ao encontro de todos.
PAPAGAIO: Fala, fala, não fala nada que contribua. É inteligente, aprende o que os outros fazem, tanto o bem como o mal.
CAVALO: Dá patada em todos. Às vezes é bom de serviço. Mas é muito bruto.
PAVÃO: Fica sempre de leque aberto. Mostra sempre sua cultura. Acha que é o mais bonito, mais inteligente, aquele que sabe mais.
BOI: Sossegado, tranqüilo, não sabe da força que tem. É esforçado e topa qualquer trabalho.
POMBO: Vive de conversinhas com o companheiro(as) do lado. Só vive de par.
URUBU: Só vê carniça. É pessimista, descrente. Só gosta de coisa ruim. Quer ver o grupo morrer.
FORMIGA: Operária, trabalhadeira, ativista. Faz, faz sem pensar e acaba destruindo muita coisa boa. Trabalha, trabalha sempre em grupo, mas não avalia, nem planeja.
GALINHA-D’ANGOLA: Fala a mesma coisa o dia inteiro: “tô fraco”... Não acredita em si mesma, mas tem que falar.
PATO: Caminha lentamente, sempre pateta. Quer sombra e água fresca; promete e não cumpre. Não se envolve com nada e nunca quer saber de nada.
CIGARRA: Só gosta de cantar, é omissa. O mundo pode acabar ela não se preocupa: é aproveitadora.
MACACO: Espirituoso, bagunceiro, inteligente e superficial. Sempre faz rir, ninguém o leva a sério. Anima, mas termina irritado. No fim está amuado e sem graça.
LEÃO: Sempre o mais poderoso, o rei de todos, domina a todos os animais, e agarra as pessoas pelas presas. Faz tudo sozinho, quando urra todos os participantes se calam.
RATINHO: Estraga tudo, destrói. Fica sempre escondido pelos cantinhos. Tem muito medo do leão e dos outros animais. Passa pelo grupo sempre em disparada.
HIENA: Não tem opinião própria. Adora o Leão e é puxa-saco. Gosta sempre de quem está no poder. Ri dos outros.
CORUJA: Não fala, mas presta muita atenção. Nunca dá sua opinião. Fica sempre de cara feia. Não liga para ninguém, não contribui com nada.
LAGARTIXA: Abana a cabeça mas não fala, concorda com tudo e sempre diz: “É isto mesmo”.

 
2º Momento: Orientações para discussão sobre o estabelecimento de regras;

Combinados entre o grupo – Confeccionar um cartaz com elas anotando o que ficou acordado pelo grupo.
3º Momento: Disciplina; teoria e discussão sobre  tema

4º Momento: Atividade:
Pensando sobre a minha disciplina:
Em que momentos da vida temos que nos disciplinar?
Porque buscamos a disciplina?
Nosso grupo tem sido disciplinado? Quando?
Como temos exigido a disciplina das nossas crianças?
Como lidamos com isso?
Dê asas a sua imaginação e através de um desenho relate o seu sentimento e seu comportamento frente ao seu grupo na Mesa Educadora e na sua escola.
5º Momento: Avaliação
6º Momento: Tarefa divertida

8º ENCONTRO:FORMAÇÃO DOS 5S - SENSIBILIZAÇÃO COM ÉRICA PONTES
Data: 14/03/11
7º ENCONTRO: A CRIANÇA COMO SUJEITO SOCIAL
Data: 02/03/11
1º Momento: Convite para se fazer uma rodinha
2º Momento: Boas Vindas – Vídeo Você Aprende – Willian Shaksper

3º Momento: Avisos
·         Situação das contratadas;
·         Registro das aulas;
·         Cronograma – datas.
4º Momento: Devolutiva das avaliações

5º Momento: História social da criança – Phillipe Ariès

-Através de retratos de alguns pintores fazer um apanhado sobre a história social da criança.
- Primeira identidade: Criança - adulto ou a infância negada – séculos XIV, XV.
- Segunda identidade: Criança – filho -aluno ou criança-institucionalizada – séculos XVI, XVII.
-Terceira identidade: Criança-sujeito social ou sujeito de direitos – século XX.

6º Momento: 
 Atividade Individual: Trabalhar o livro da Ruth Rocha Os Direitos da criança. Arte na folha A3. Pintura/ colagem/ recortes, etc.
7º Momento: Apresentação dos trabalhos.
8º Momento: Avaliação

ÚLTIMO ENCONTRO DO SEMESTRE...

DATA:15/12/2010

Planejado por: Angelita Antônia dos Santos

Conduzido por: Narjara de Oliveira e Silva
As cursistas foram recebidas com músicas de Natal
1º MOMENTO: Tocando em frente (Almir) -vídeo

2º MOMENTO: Dinâmica do servir (xícara)

Toda a natureza é um desejo de serviço.
Serve a nuvem, serve o vento, servem os vales.

Onde haja uma árvore para plantar, planta-a tu.
Onde haja um erro para emendar, emenda-o tu.
Sê aquele que afasta a pedra do caminho,
O ódio dos corações e as dificuldades do caminho.

Existe a alegria de ser bom e o prazer de ser justo.
Existe, sobretudo o sublime, a imensa alegria de servir.

Como seria triste o mundo se tudo já tivesse feito;
Se não houvesse um roseiral para plantar,
uma empresa que iniciar.

Que não te atraiam somente os trabalhos fáceis.
É tão belo fazer uma tarefa que os outros recusam!

Mas não caias no erro de que só se conquistam mérito,
Com os grandes trabalhos, há pequenos serviços
que são imensos serviços: adornar a mesa,
arrumar as cadeiras, espanar o pó.

O serviço não é só de seres inferiores.
Deus que dá o fruto e a luz, é o primeiro a servir.
Poder-se-ia chamá-lo assim: “Servidor”.
E ele, que tem os olhos em nossas mãos,
nos pergunta todo dia; “Servistes hoje? A quem?
A árvore, ao teu amigo, ou aos teus familiares?
3º MOMENTO: História: o primeiro sorriso do menino Jesus (CD)
4º MOMENTO:  Avaliações
·        Avaliação individual (esta avaliação não será postada aqui por ser uma avaliação pessoal)
·        Avaliação de todos os encontros

 AS CURSITAS AVALIARAM  NOSSOS ENCONTROS COMO:
( x ) QUE LEGAL,
"-Que legal! Adorei participar da mesa educadora, onde posso aprender e ganhar experiências para minha vida e o meu profissional. Espero que continue nos ensinando e nos fazendo aprender cada dia mais."
"-Os encontros até o momento foram diversificados em metodologias e com temas pertinentes à realidade da educação infantil. Acontece trocas de experiências e idéias que contribuem para formação dos professores dessa modalidade de ensino."
"-Os encontros de formação da mesa educadora foram positivos, uma vez que, trataram de temas relacionados a Educçaõ Infantil e, que atendem às necessidades das crianças menores. Acredito que quanto mais nos informamos e aprendemos melhoramos nossa atuação e crescemos profissionalmente."
"-Adquiri vários conhecimentos que vou procurar colocar dentro do meu dia a dia para enriquecer meus conhecimentos."
"-Agora estou vendo o entrelaçamento das teorias de minha graduação com as idéias desta mesa redonda que podem trazer uma nova visão e práticas para a educação infantil"
"-"O conhecimento adquirido não ocupa espaço." Os encontros são ótimos, cheios de coisas novas, diferentes que nos qualifica como profissionais da educação."
"-Os encontros até o momento tem sido proveitoso. Acho que precisamnos mais de aulas práticas para casar com a teoria."
"-As trocas de experiências que aqui foram trocadas nos propuzeram momentos agradáveis e que foram muito enriquecedoras para a nossa prática pedagógica."
"-Pequenos momentos que poderão se tornar grnades através de nossas trocas, práticas, experiências."
"-Aprender a cada dia para ser mais feliz e ser melhor educadora."
"-Todos os encontros foram gratificantes. Sempre aprendo coisas novas e interessantes. É muito legal participar dos encontros!"
"-Que temos muito que aprender."


              ( x ) PODERIA SER

"-Poderia ser mais prático, achei os encontros muito teóricos, às vezes cansativos, e também o horário que começa, é muito difícil sair do trabalho às 17h e estar aqui às 18h."


5º MOMENTO: Avaliação dos CEIS ( com base em nossas visitas, do conselho e da Adelaide)
6º MOMENTO: Entrega da mensagem Laço e o abraço – com o laço de fita

FOTOS DESTE ENCONTRO

 


5º ENCONTRO - A CONTRIBUIÇÃO DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA

DATA: 24/11/2010

Planejado por: Angelita Antônia dos Santos

Conduzido por: Narjara de Oliveira e Silva
1º MOMENTO: Avaliação do último encontro – O que ficou????
2º MOMENTO: Atividade em grupo sobre o Filme Ponte para Terabítia + Plenária

PONTE PARA TERABÍTIA
imaginação, sonhos, brincadeiras, riscos e possibilidade de viver


               O filme é baseado no livro de Katherine Paterson, que leva o mesmo título, fala sobre a importância de viver a infância, o prazer de brincar e explorar a imaginação ao máximo antes que deixemos de ser oficialmente crianças.
As aventuras de Jesse e Leslie não representam uma fuga da dura realidade, mas um segmento obrigatório da infância. Enquanto brincam, Jesse e Leslie até esquecem os problemas com a falta de popularidade na escola e a natural insistência dos adultos em não levar as crianças a sério. Mas a idéia aqui é brincar até a passagem ao mundo adulto e transmiti-la aos mais novos. Mas não pense que Ponte Para Terabítia é só um “filme de mensagem”.
O mais impressionante é que a produção se revela triste nesse ritual da perda da inocência. Aliás, muito triste. Tem gente que vai deixar nossa aula com o rosto inchado de tanto chorar. Tudo isso porque Ponte Para Terabítia questiona religião, educação e a inevitabilidade da morte com muita sinceridade. É um filme sobre crianças, mas sobretudo para os adultos entenderem que elas precisam viver intensamente antes de crescer.
ATIVIDADE
Lendo e relendo o filme


1-     Converse no seu grupo sobre o Filme e a importância de viver a infância, o prazer de brincar e explorar a imaginação ao máximo antes de deixarmos de ser oficialmente criança.

2-     Descubram juntos como a imaginação se evidencia no filme?  

3-  Leslei e Jesse “criam” um reino mágico, se “transformam” em heróis, “transformam” objetos em espadas e pessoas, cria histórias, fantasia. Quais são os processos mentais envolvidos nessa ação das crianças?

4-     Os dois personagens, nos mostram como o criar não só abre possibilidades de nos constituirmos como pessoas, como também nos traz alguns riscos. Os dois personagens, então, nos apresentam muitas facetas humanas que nos constituem. Liste algumas.

Tente outra vez! Você tem dois pés
Para cruzar a ponte
Nada acabou! (Raul Seixas)



 

3º MOMENTO: Slide com uma parte teórica sobre Qual a contribuição do profissional da Educação Infantil no desenvolvimento da criança
4º MOMENTO:  Roda de conversa sobre os slides apresentados
5º MOMENTO: AVALIAÇÃO

"-Gostei da reflexão sobre o filme: Ponte para Terabitia. Penso que a criança usa mesmo a imaginação para muitas vezes sair da triste realidade a qual não vivencia sua infância. Refletir o papel do professor e sua contribuição na Educação Infantil para a criança faz com melhoremos nossa prática."
"-Encontro do dia bastante positivo, pois proporcionou troca de experiências e gerou conhecimentos, pois a medida que interagimos nos desenvolvemos."
"-Gostei muito, foi uma reflexão muito boa do filme e também de teorias importantíssimas para o desenvolvimento infantil e para nossas práticas."
"-Ótimo! Para mim que estou apenas estagiando, serviu para aprender e analizar sobre o que vejo e faço."
"-Estou aprendendo bastante. E hoje foi bem prazerosa. Continue..."
"-Adquiri vários conhecimentos sobre a infância e a educação infantil, foi ótimo. Muito obrigada."
"-Nota 10. Cada vez melhor."
"-Foi ótimo, muito bom!"
"-Foi muito bom o encontro hoje. Muito bom. Obrigado."
"-Minha avaliação é positiva, pois o filme foi espetacular e o comentário do mesmo foi excelente. Enfim tudo de hoje valeu a pena!"
"-O encontro de hoje foi bastante produtivo. Apesar de estudarmos teoria, foi prazeroso."
"-Dinâmico; diversidade de material."
4º ENCONTRO -  ESTÁGIOS DO DESENVOLVIMENTO INFANTIL SEGUNDO  VYGOTISKY, PIAGET E WALLON   

DATA: 08/10/2010


Palestrante: Maria Izabel Assis

1º Momento: Apresentação

2º Momento: Atividade Individual

PARA RESPONDER E REFLETIR:
O que é Aprendizagem?
O que é Desenvolvimento?
Que critérios utiliza para “dizer” que seus alunos aprenderam/desenvolveram?              
3º Momento: Relato da atividade individual

4º Momento: Discussão sobre o conceito de aprendizagem e desenvolvimento segundo Piaget, Vygotisky e Wallon



5º Momento: Atividades práticas envolvendo as etapas do processo de aprendizagem com os educadores




6º Momento: Entrega de material teórico - Aprendizagem e Desenvolvimento numa visão Cognitiva 
  

Encontro Mesa Educadora / Outubro- 2010
Coordenação: Maria Isabel da Silva
                           Aprendizagem e Desenvolvimento numa visão Cognitiva
Piaget e Vygotsky  são autores psicogenéticos e interacionistas:
Psicogenéticos: os dois preocuparam com a origem do conhecimento. Queriam saber como se dava o processo de construção do pensamento do ser humano. Queriam saber como surgia e evoluía o desenvolvimento  da inteligência, e como as pessoas aprendiam nas situações do mundo .
Interacionistas: Esses dois autores quebram todos os paradigmas sobre aprendizagem e desenvolvimento humano, quando dizem  que o conhecimento se dá através das interações.Antes deles o que se tinha era a visão behaviorista que dizia que o conhecimento se dava através de estímulos x resposta, ou seja ,o ser humano era totalmente passivo no processo de aprendizagem, apenas respondiam de forma automática aos estímulos do mundo. Piaget e Vygotsky jogam por terra essa idéia quando dizem que entre o estímulo e resposta não há uma caixa preta e sim um sujeito ativo, capaz de construir e modificar suas estruturas mentais para aí sim responder ao mundo. Assim esses autores instalam a mais moderna  concepção que se tem até hoje sobre aprendizagem e desenvolvimento.
O ser humano apreende o mundo através das suas relações:
Piaget: o conhecimento se dá através da interação entre sujeito x objetos do mundo.Dá ênfase na relação com o mundo físico, não com as pessoas.Daí ser chamado apenas de interacionista.
Vygotsky: O conhecimento se dá através da  interação sujeito x sujeitos ( sociedade). Daí ser chamado de sociointeracionista, pensa que é na relação com a sociedade, a cultura já construída , as pessoas mais preparadas que a criança vai adquirindo conhecimentos para se desenvolver.Dá ênfase na relação com a sociedade.
Construtivistas: Esses dois autores em suas teorias foram os primeiros a conceber o conhecimento como uma construção. No processo de interação com o mundo somos ativos, interagimos, mudamos nossa estrutura mental, construímos algo dentro de nós. E é essa construção que nos possibilita vivermos de forma adaptada e dando conta de respondermos a todas as situações da vida tanto boa quanto má. Essas construções de pensamento são internas e subjetivas ,  é o que diferencia as pessoas. Quanto mais construções internas mais inteligência, mais capacidade de pensamento elaboradas, maior capacidade de resolução de problemas. Até então o ser humano era considerado inativo, sem ação sobre as situações do mundo. Piaget e Vigotsky faz uma revolução quando diz que sujeito  é ativo na aprendizagem.
Cognitivistas: os dois acreditam que no processo de aquisição do conhecimento ,há uma reorganização das estruturas cognitivas , ou seja,foram os primeiros a considerar que somos dotados de funções mentais como memória, pensamento, linguagem,percepção,criatividade, coordenação etc , e que a medida que vamos interagindo com o mundo e as pessoas essas estruturas internas vão evoluindo e modificando ficando cada vez mais superiores. Quando nascemos temos o aparato mental básico para sobrevivência. À medida que vamos vivendo, e interagindo nossas estruturas vão se desenvolvendo e ficando cada vez mais competentes, passamos a ter altos níveis de inteligência, pensamento cada vez mais elaborados, grande potenciais de memória, percepção aguçada a ponto de dominarmos com nossas estruturas mentais todas nossas relações com o mundo e os outros.
Aprendizagem:
Piaget: Mudanças de estado mental decorrentes da construção de conhecimentos. Processo  se dá de fora para dentro. Conhecimento acontece através das interações entre  sujeito x objetos do mundo através da equilibração das estruturas mentais ( Adaptação = assimilação – acomodação).
Vygotsky: Modificações nas funções mentais ( memória, percepção, pensamento, linguagem etc). Conhecimento se dá através da sociointeração  entre  sujeito x sujeitos (sociedade). Indivíduo e sociedade são interdependentes.È a interação com o mundo e com os outros que possibilita a aprendizagem/desenvolvimento.
Contribuições para educação e desenvolvimento humano:
Piaget
O desenvolvimento do pensamento  por estágios fixos  e universais, onde todo as pessoas do mundo inteiro passam por este caminho. Essa sequência de fase da evolução do pensamento são fixas e têm  idade de referência.Se a pessoa evolui na idade e não consegue superar  e mudar seu nível de pensamento, dizemos que esta têm um atraso mental  ( casos de  deficientes mentais) , ou quando a pessoa é normal dizemos que esta têm DA – dificuldade de aprendizagem. Essa dificuldade de aprendizagem não é especificamente escolar , a teoria de Piaget e Vigotsky é uma teoria do desenvolvimento humano, sendo adotada pela educação . Mas quando falam de aprendizagem diz de forma geral, no sentido de apreensão do mundo e das coisas do mundo.Segundo estudos grande parte das pessoas não conseguem chegar ao estágio da Operações Formais. Ficam estagnadas no estágio das Operações Concretas , assim vivem com dificuldades ou sempre recorrem a outros ditos mais inteligentes para ajudar na resolução de seus problemas.
Estágios do desenvolvimento segundo Piaget( para esse autor há para todos um caminho único)
1)      Estágio Sensório-motor ( 0 a 2 anos)
2)      Estágio Pré-operatório  (2 a 7 anos)
3)      Estágio Operações Concretas (7 a 12 anos)
4)      Estágio Operações Formais ( 12 anos em diante)
Vygotsky
A grande contribuição desse autor foi a concepção da Zona de Desenvolvimento Proximal, ou seja,modos de agir e pensar ainda em elaboração e que precisa da ajuda do outro ( professor,pais, colegas parceiro social etc.)para serem realizados e completados. Vygotsky não quer saber do que a criança já sabe ( desenvolvimento real) e sim aquilo que a criança pode saber ( desenvolvimento potencial). Daí a zona de desenvolvimento proximal, um lugar abstrato nas estruturas mentais onde há construções sobre determinado conhecimento, mas que a criança ainda não domina. Assim com a interação e ajuda dos outros poderá haver uma intervenção nessa zona  proximal ( está próxima ao conhecimento)  e assim a criança adquirir conhecimento . O potencial com ajuda do outro  poderá se tornar conhecimento real.Quanto maior o avanço nas zona proximais maior será o desenvolvimento.

Piaget – o desenvolvimento antecede a aprendizagem, ou seja, ele era biólogo, baseado em sua formação o que era fundamental para criança aprender era o maturação cerebral. É o desenvolvimento cerebral que propicia a capacidade de  aprendizagem.O que a criança pode ou não fazer depende  do desenvolvimento de suas estruturas mentais. Esta não apreenderá nada que seu cérebro não consegue assimilar/acomodar em suas estruturas cognitivas. Piaget é um autor determinista,acredita que o ser humano é determinado pelos seus estágios fixos.Só há essa possibilidade de construção do conhecimento.Todos estamos condenados a essa forma de desenvolvimento.
Vygotsky  _ a aprendizagem antecede o desenvolvimento,ou seja, sua formação é eclética e voltada para filosofia e ciências humanas. Devido a isso  acreditava no vir-a-ser de todo ser humano.Fundamental para era a capacidade  da criança/pessoa em querer transformar, modificar a si mesmo e ao mundo. O bom aprendizado para Vygotsky é somente aquele que se adianta ao desenvolvimento. É o processo de aprendizagem que alavanca o desenvolvimento humano. Maturação cerebral é importante , não fundamental. Fundamental é o desejo humano de transformar que levará consequentemente ao desenvolvimento. Vygotsky com essa visão,não é determinista, acredita que não há caminho universal nem estágios para a construção do pensamento.Para ele cada um constrói seu caminho, uns mais lentos, outros mais rápidos, uns  com  dificuldades, outros com extraordinária perfeição.Alguns conseguem  chegar a níveis sofisticadíssimos de estruturas mentais, outros conseguem desenvolver  dentro da média,uns têm imensas dificuldades por toda a vida , ficando nos níveis inferiores de funções mentais. Isso é desenvolvimento.

Henry Wallon- Psicogênese da Pessoa Completa
Walon admite o organismo como condição primária do pensamento, pois toda função psíquica requer um equipamento orgânico. Entenda o homem como ser biológico e social,espírito e matéria , orgânico  e psíquico. Para ele não há linearidade no desenvolvimento. A passagem de um estado para outro requer adaptação e reformulação. Homem é ser determinado física e socialmente, sujeito tanto às disposições internas  quanto às situações  externas. Estuda integração do desenvolvimento  nos vários campos funcionais: afetivo, motor e cognitivo. Desenvolver-se é ser capaz de responder com reações cada vez mais específicas a situação cada vez mais variadas. A linguagem exprime, mistura elementos subjetivos com físicos ( dialético), criança se desenvolve em sintonia com o meio. AFETIVIDADE (emoções) como elemento essencial no desenvolvimento. É na evolução do confronto que a criança evolui a inteligência .É psicogenético e interacionista.Preocupa com o papel da afetividade nos diferentes estágios.
Estágios do desenvolvimento segundo Walon:
1-      Impulsivo-emocianal (0 a 1)
Primeiro  ano de vida, afetividade orienta as primeiras reações do bebê ás pessoas. 
2-      Sensório-motor e projetivo (1 a 3 anos)
Movimento da marcha  e da pressão da autonomia na manipulação e objetos e exploração dos espaços.Desenvolvimento da função simbólica e da linguagem.
3-       Personalismo (3 a6 anos)
Construção da consciência de si, mediante a interação social. Conhecimento de si.
4-       Categorial (7 a 10 anos)
Interesse para o conhecimento e conquista do mundo exterior, sociabilidade aplicada.
5-      Predominância Funcional ( 10 anos em diante)
Ocorre nova definição dos contornos  da personalidade,desestruturado devido às mudanças corporais resultante da ação hormonal. Questões morais, pessoais e existenciais são trazidas a tona.

Sem a curiosidade que nos move ,que me
inquieta, que me insere na busca;
Não aprendo e nem ensino.
SUGESTÃO  DE ATIVIDADES  SOBRE ATIVIDADE E DESENVOLVIMENTO NUMA VISÃO COGNITIVA
  PARLENDA: rima infantil utilizada em brincadeiras ou como técnica de memorização.

- Um, dois,feijão com arroz, três, quatro, feijão no prato...

-Bambalalão,senhor capitão,espada na cinta,sinete na mão
Bambalalão, soldado, ladrão, moça
Bonita do meu coração.

- Abelhinha come pão, come pão
 Deixa o resto no fogão,
 no fogão, no fogão

-O negócio é o seguinte:
 o preço da vaca é 120.
 E o da mula?
 você nem calcula.

-Corre, ratinho, que o gato tem
fome,corre ratinho,
Que o gato te come.

- Uni-du-ni-tê, salame, míngüe, um
 Sorvete colore, o escolhido foi você.

-Sol e chuva, casamento de viúva
Chuva em sol, casamento espanhol.

- Eu vi a ( nome da criança) na chaminé , tão pequenina,
Fazendo café e chá, chá, é de lá, lá,lá
Lé com lé, crê com crê, um sapato em cada pé.

- Olha,bota tá,tá ,esta na porta tá, tá, ela é torta tá,ta, não importa ,tá,ta.

-Meio –dia,macaco assobia, panela no fogo, barriga vazia.

-Subi na roseira, quebrei um galho, segura morena, senão eu caio.

-Nunca me viu,cara de pavio? sempre te vejo, cara de percevejo
.
-Macaco torrado chegou da Bahia, fazendo careta pra Dona Maria.

-Era uma  vez uma vaca Vitória, caiu no buraco e acabou-se a história.

-Abelhinha come pão, come pão
Deixa o resto no fogão,
No fogão,no fogão.

TRAVA-LÍNGUA – É uma espécie de jogo verbal, que consiste em dizer, com clareza e rapidez, versos ou frases com sílabas  difíceis de pronunciar ou sílabas formadas com os mesmos sons, mas em ordem diferente.

- Um prato de trigo para um trigo
Dois pratos de trigo
Para dois tigres
Três pratos de trigo
Para três tigres

-Fruta pé, preto pá, prata pá,pá,pó,pé.

-O que que Cacá quer, Cacá quer caqui,
que caqui que Cacá quer
Cacá quer qualquer caqui.

-Maria –mole é molenga
Se não é molenga,
Não é Maria-mole
É coisa mabemolente,
Nem mala, nem mola,
Nem Maria, nem mole.

-Pega o pato, dorme o gato,
Foge o rato ,paga o gato,
Dorme o rato, foge o pato,
Paga o rato, dorme o pato,
Foge o gato.

-Tinha tanta tia tantã
T inha  tanta anta antiga
Tinha tanta anta que era tia
Tinha tanta tia que era anta.

Olha o sapo dentro do saco,
O saco com o sapo dentro,
O sapo batendo papo
E o papo soltando o vento.


Lalá,Lelé e Lili
E suas filhas
Lalalá,Lelelé e Lilili
E suas netas
Lalelá, Lelalé e Lileli
E suas bisnetas
Lilelá, Lalilé e Lelali
E suas tataranetas
Laleli, Lilalé e Lelilá
Cantavam em coro
Lalalalalalalalalá

Mefistófeles Feletofisme
Fez com que tomelesfisse os
Lesfemefistos e os
Fisfemetoles com os
Femetofisles e os tolesmefifes.
Foi daí que nasceu um
Metofisfeles felestofismezinho.

Sabendo o que sei
E sabendo o que sabes
E o que não sabes
E o que não sabemos,
Ambos saberemos
se somos sábios, sabidos
ou simplesmente saberemos
Se somos sabedores.

Disseram que na minha rua
Tem paralelepípedo feito
De paralelogramos
Seis paralelogramos
Tem um paralelepípedo.
Mil paralelepípedos
Tem uma paralelepipedovia
Uma paralelepipedovia
Tem mil paralelogramos
Então uma paralelepipedovia
É uma paralelogramolândia?


É um dedo, é um dado , é um dia.
É um dia,é um dado, é um dedo.
É um dedo, é um dia, é um dado.
É um dado, é um dedo, é um dia.
É um dia, é um dedo, é um dado.
É um dado, é um dia, é um dedo.




                               SUGESTÕES  DE BRINQUEDOS E ATIVIDADES
                        dentro da perspectiva do Desenvolvimento Humano

Crianças   de 0 a 2 anos -

Sugestões de Brinquedos
Brinquedos de puxar, caixas para por e tirar objetos, carrinhos, carros grandes (puxar e empurrar), brinquedos sonoros, brinquedos de encaixe, de formas de cubos etc., bate estacas, torres de encaixe, livros com letras grandes e muito desenho, bichos de pelúcia, bola pequena, blocos de plástico para  encaixar e empilhar, bonecos de pano, cadeiras e cavalos de balanço, lápis de cera, telefone de plástico, ferro de passar, trenzinhos e bonecos.

Sugestões de Brincadeiras
Pular, rolar, dar cambalhotas, correr, bater pernas e mãos, subir, descer, rolar, agachar, dançar, desenho, pintura, parlendas, fantoches, alfabeto e número móvel, jogos, faz-de conta. Como criança não fala, deve desenvolver consciência corporal. Deve-se investir em jogos de exercício , que se caracteriza pela repetição de uma ação pelo prazer que ela proporciona.

Crianças de 2 a 7 anos

Sugestões de Brinquedos

Livros, baldes,pás, quebra-cabeças, bichos de pelúcia, jogos de encaixe, fazendinhas, zoológicos, telefone, blocos de construção, trenzinho, tinta guache, lotos, massinhas, panelinha, roscas, completar peças, água, lousa, giz,cidades, casa de bonecas, boliche, fantoche, dominó, bonecas, tiro ao alvo, dar laços, abotoar, jogos de sequência, de figuras, fantasias, jogo com conceitos temporais, contos, memória, pescaria, jogos com números e letras, pinos mágicos, costura, bandinha, relógio, jogos de percepção visual, blocos lógicos, livros ilustrados de histórias e sobre animais , quebra-cabeças com poucas peças. Toquinhos de madeira irregulares coloridos para construir o que quiser.

Sugestões de Brincadeiras

Com a entrada no mundo da fantasia, o ideal é oferecer muitos brinquedos e  apresentar atividades que utilizam as linguagens faladas e escrita, com as brincadeiras de roda. Brincadeiras tradicionais, parlendas, mímicas e imitações. Monte circuitos com obstáculos, coreografias de cantigas de roda. Invista nos contos de fadas, contação de história, pinturas, trava-língua,poesias etc.
Deve-se investir em jogos simbólicos  que envolve o faz-de-conta, a representação.

Observação: em crianças menores deve-se alternar atividades dentro e fora da sala, abuse de cores, texturas, tamanhos, formas. Não se deve explicar muito, deve deixar explorar. Estimule as crianças a mexer o corpo testar diferentes materiais, errar, desfazer, brincar, pensar soluções, transpor desafios, interagir com colegas.


PAIXÃO,
SAUDADE,
TRISTEZA, PAIXÃO,
SAUDADE,
TRISTEZA,
DESEJO,
SONHOS RASGADOS, MAS NÃO DESFEITOS,
OFENSAS,
SABERES ACUMULADOS,
NAS TRAMAS INÚMERAS VIVIDAS,
DISPONIBILIDADE  À VIDA,
TEMORES,
RECEIOS,
DÚVIDAS,
VONTADE DE VIVER E AMAR,

ESPERANÇA, SOBRETUDO
                                                                   _ Paulo Freire_
3ª AULA: A CRIANÇA E SUAS MÚLTIPLAS LINGUAGENS E A APROPRIAÇÃO DO CONHECIMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL - CONCEPÇÃO DE INFÂNCIA
DATA: 27/10/11

1º MOMENTO: Leitura do texto: Concepção de infância - Cadernos Pedagógicos - Volume I - Olhares das ciências sobre as crianças, páginas 11 a 16.

2º MOMENTO: Documentário: A invenção da Infância - debate coletivo - com pipoca.


3º MOMENTO: Grupo de 4 ou 5 pessoas. Qual a diferença entre criança e infância? Em grupo de 4 ou 5 discutir: Qual a diferença entre Infância e Criança? Após redigir em um mimi cartaz a conclusão que chegaram e expor ao grande grupo.

 

 


4º MOMENTO: Atividade para casa

1- Assistir o Filme: Ponte para Terabitia

2-     UM GRANDE RESGATE

 “A infância não é uma coisa que morre em nós e seca uma vez cumprido o seu ciclo. Não é uma lembrança... o mais vivo dos tesouros, e continua a nos enriquecer sem que o saibamos”  
                      Franz Hellens

Para melhor entendimento dos conceitos e reflexões sobre a concepção de infância, os fatores nela contidos e os sentidos que a Educação das crianças tomaram ao longo do tempo, é importante que você faça um resgate da sua memória da infância. Registre as suas lembranças sobre sua família, seus medos, suas alegrias, suas brincadeiras, suas criações, etc.
Você poderá anexar fotografias, desenhos, relatos de seus familiares, utilizando uma linguagem coloquial ou metáfora, como uma poesia, por exemplo.

UM BOM RESGATE!!!
5º MOMENTO: Avaliação

"- Muito bom, estou aprendendo muito para passar para meus futuros alunos e meus filhos."
"-Ótimo!... Gostei muito"
"-Gostei muito deste encontro, onde discutimos a 'diferença' entre criança e infância."
"-Nosso encontro foi muito aproveitoso, pois pude diferenciar mais a fase criança e a fase infância. Em todos os encontros estamos nos descobrindo mais e mais como educadoras."
"-O encontro de hoje nos possibilitou uma reflexão bastante enriquecedora. Avalio o encontro de hoje como positivo."
"-Gostei muito deste encontro, achei interessante, porque falou sobre a infância, sobre o brincar, e de crianças que não brincavam. Toda criança tem o direito de brincar."
"-Está sendo ótimo a cada dia."
"-Encontro positivo, pois enfatizou aspectos inerentes à educação infantil: criança, infância. (conceitos e diferenças)."
"-Eu estou gostando, mas está faltando materiais para trabalhar e aulas práticas."
"-O encontro realizado, proporcionou-me reflexões em torno do conceito de infância. É bom sempre pensar sobre as nossas crianças. É sempre melhor entender sobre elas, sobre nossa profissão. Valeu! Muito bom!"
"-Estou gostando e aprendendo muito. A cada dia uma descoberta. O curso está excelente!"
"-Gostei muito..."
"-No encontro do dia 27/10, podemos discutir sobre o que é infância e o que é ser criança, foi muito aproveitoso discutir entre colegas, pois aprendemos cada dia mais com diferentes pensamentos."
"-Espaço de teoria e prática. Emoção x razão."
"-Muito bom! É um encontro bem aproveitado."
"-Dinâmico."
"-O que eu achei na mesa educadora é ótimo."
"-Muito bom."
"-Foi um encontro que acrescentou muito meu conhecimento."
"-Valeu! Muito bom. Criativo."

2ªAULA: CONSTITUIÇÃO DO GRUPO DE FORMAÇÃO E INTRODUÇÃO AO PROGRAMA FUNDO DO MILÊNIO PARA A PRIMEIRA INFÂNCIA

DATA: 06/10/2010

1º MOMENTO: Dinâmica - Objeto da infância

 

 


2º MOMENTO: Discutindo- O que é um grupo? - referencial teórico: Madalena Freire
 

 

3º MOMENTO: Acordos firmados para a realização e participação na Mesa Educadora - Assinatura do termo de compromisso

TERMO DE COMPROMISSO DE PARTICIPAÇÃO NA MESA EDUCADORA
Eu, ________________________________________________________________,  ocupante do cargo/função _______________________, em exercício no C.M.E.I.__________________________, selecionado para participar do Programa Fundo do  Milênio para a 1ª Infância - Mesa Educadora, promovido pelo Banco Mundial, Gerdau, fundação Maurício Sirotsky Sobrinho, Instituto Razão Social e seus parceiros e coordenado pela Secretaria Municipal de Educação de Divinópolis (SEMED), comprometo-me a:
I-                    promover uma participação transparente, oferecendo informações verdadeiras sobre a realidade institucional e permitindo visitas técnicas do programa em meu local de trabalho;
II-                   fornecer as informações requeridas pela Mesa Educadora, que possam contribuir para a qualificação do trabalho realizado na mesma;
III-                 colaborar com as atividades que envolvam o processo de avaliação do programa;
IV-                facilitar novas atividades e/ou projetos pedagógicos para o C.M.E.I.;
V-                 participar integralmente do Programa e cumprir as propostas por ele definidas, bem como a carga horária de 360 horas;
VI-                garantir  a assiduidade com frequência mínima de 80% das atividades propostas pela Mesa Educadora, naquilo que me compete.
Declaro estar ciente que, após assinatura do Termo de Compromisso, não poderei desistir da vaga ou faltar por mais de 20% da carga horária presencial deste Programa de Formação, salvo com apresentação de justificativa aceitável e formal à Coordenação Técnica. Considera-se justificativa aceitável as seguintes situações:
I –Doença: com apresentação de licença ou atestado médico;
II – Falecimento do Cônjuge, filhos, pais, sogro/a ou irmãos;
III – Os casos omissos serão analisados pela Equipe da SEMED e Conselho Local.
      Declaro estar ciente que caso  minhas faltas ultrapassem 20% da carga horária desta Formação, não receberei o certificado do Programa por motivo de frequência insuficiente.
      Declaro ainda, estar ciente que a minha participação no referido Programa não integra minha jornada de trabalho.
De acordo:
_______________________________________________________________
Assinatura do Participante
_______________________________________________________________
Assinatura da Diretora da Unidade Escolar



TERMO DE COMPROMISSO DE PARTICIPAÇÃO NA MESA EDUCADORA - PARA GESTOR
Eu, ________________________________________________________________,  ocupante do cargo de Diretora, em exercício no C.M.E.I.__________________________, selecionado para participar do Programa Fundo do  Milênio para a 1ª Infância - Mesa Educadora, promovido pelo Banco Mundial, Gerdau, fundação Maurício Sirotsky Sobrinho, Instituto Razão Social e seus parceiros e coordenado pela Secretaria Municipal de Educação de Divinópolis (SEMED), comprometo-me a:
I-                   promover uma participação transparente, oferecendo informações verdadeiras sobre a realidade institucional e permitindo visitas técnicas do programa em meu local de trabalho;
II-                 fornecer as informações requeridas pela Mesa Educadora, que possam contribuir para a qualificação do trabalho realizado na mesma;
III-              colaborar com as atividades que envolvam o processo de avaliação do programa;
IV-               facilitar novas atividades e/ou projetos pedagógicos para o C.M.E.I.;
V-                 participar integralmente do Programa e cumprir as propostas por ele definidas, bem como a carga horária de 360 horas;
VI-               garantir  a assiduidade com frequência mínima de 80% das atividades propostas pela Mesa Educadora, naquilo que me compete;
VII-            incentivar e garantir a permanência, do educador da sua unidade escolar, participante da mesa Educadora, pelo menos no período da Formação em serviço (inicial, de 12 meses), formando parcerias nos Programas pedagógicos que contribuam para a qualificação do atendimento da mesma;
VIII-          facilitar as iniciativas dos educadores em termos de novas atividades e/ou Projetos Pedagógicos para o CMEI.
Declaro estar ciente que, após assinatura do Termo de Compromisso, não poderei desistir da vaga ou faltar por mais de 20% da carga horária presencial deste Programa de Formação, salvo com apresentação de justificativa aceitável e formal à Coordenação Técnica. Considera-se justificativa aceitável as seguintes situações:
I –Doença: com apresentação de licença ou atestado médico;
II – Falecimento do Cônjuge, filhos, pais, sogro/a ou irmãos;
III – Os casos omissos serão analisados pela Equipe da SEMED e Conselho Local.
      Declaro estar ciente que caso  minhas faltas ultrapassem 20% da carga horária desta Formação, não receberei o certificado do Programa por motivo de frequência insuficiente.
      Declaro ainda, estar ciente que a minha participação no referido Programa não integra minha jornada de trabalho.
De acordo:
_______________________________________________________________
Assinatura da Diretora da Unidade Escolar

4º MOMENTO: Estudo, discussão e elababoração do Plano de Formação do grupo

Plano de Formação - Grupo 5

CEI´s Rafael Nunes e Pequeno Mundo

CONSTITUIÇÃO DO GRUPO DE FORMAÇÃO E INTRODUÇÃO AO PROGRAMA FUNDO DO MILÊNIO PARA A PRIMEIRA INFÂNCIA
·        Apresentação do  grupo, conhecimento dos participantes e acolhimento;
·        Apresentação do programa, seus objetivos, metas e possibilidades;
·         Integração interinstitucional – aprofundamento do conhecimento entre os participantes e suas respectivas instituições.

EIXO I
A CRIANÇA E SUAS MÚLTIPLAS LINGUAGENS E A APROPRIAÇÃO DO CONHECIMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

1.1  - Concepção de Infância;
1.2  - Estágios do desenvolvimento Infantil segundo Piaget, Vygotisky e Wallon;
1.3  - Qual a contribuição do profissional da Educação Infantil no desenvolvimento da criança?;
1.4  - A criança como sujeito social;
1.5  - A criança com necessidades especiais;
1.6  - A concepção de brincar e criar;
1.7  - A elaboração e as contribuições do currículo na Educação Infantil;
1.8  - Problematizando algumas práticas no cotidiano da Educação Infantil: possibilidade e intervenção (adaptação, relacionamento entre escola e pais/mães, o sono, a alimentação, o uso da Chupeta, o choro, as fraldas, agressividade e limite, sexualidade,  religiosa e espiritualidade, entre outras);
1.9  - Os gestos e o ato de brincar;
1.10        artes Visuais: estética e expressão;
1.11        A Dança e a Música – entre outras questões -o uso da bandinha;
1.12        Expressão Corporal – Movimento, expressão e afetividade;
1.13        A arte de ouvir e contar histórias;
1.14        - O Faz-de-conta;
1.15        - Linguagem Matemática;
1.16        - Natureza e sociedade – entre outras questões - a Criança a mídia, recursos tecnológicos,  consumo e meio ambiente;
1.17          Linguagens oral e escrita - entre outras questões, o desenho;
1.18          Saúde da Criança;
1.19          Qual o perfil das crianças atendidas na educação infantil da Rede Municipal de Divinópolis?

EIXO II
A EDUCAÇÃO INFANTIL E O DIÁLOGO COM A LEGISLAÇÃO

3.1-           Aspectos legais da educação infantil ( LDBEN –  9.394/96, DCNEI – 2009, PNQEI –2006, indicadores de Qualidade da Educação Infantil –2009, Subsídios para a Reflexão Curricular para educação Infantil na Rede Municipal de Ensino de Divinópolis -2003);
3.2-           Maus-tratos na infância: desamarrando as correntes da violência (Estatuto da Criança e do Adolescente, nº. 8.069);
3.3-           Políticas sociais da infância;
3.4-           Discriminações, preconceitos, etnias,  inclusão e a diversidade: crianças com necessidades especiais;
3.5-           A Proposta Pedagógica da Unidade Escolar.

EIXO III
A ESCOLA E OS DEZ ASPECTOS-CHAVES DE UMA EDUCAÇÃO INFANTIL DE QUALIDADE

4.1- Organização dos espaços e tempos – cantos temáticos – Programa 5 S;
4.2- Equilíbrio entre a iniciativa infantil e trabalho dirigido no momento de planejar e desenvolver atividades;
4.3 – Atenção privilegiada aos aspectos emocionais;
4.4- Utilização de uma linguagem enriquecedora;
4.5 – Diferenciação de atividades para abordar todas as dimensões do desenvolvimento e todas as capacidades;
4.6 – Atenção individualizada a cada criança;
4.7 –Sistema de avaliação, anotações, relatórios,etc, que permitam o acompanhamento global do grupo e de cada uma das crianças;
4.8 – Trabalho com os pais, mães ou responsáveis e com o meio ambiente.

EIXO IV
OS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

2.1.- Eu Educador – minha história de vida- possível agente de transformação;
2.2- Qual o perfil do profissional da educação infantil?;
2.3- Trabalho, cooperação e aprendizagem;
2.4- As Interações que se estabelecem, no espaço escolar, entre colegas, coordenação, crianças, família e comunidade;
2.5-Os diferentes papéis que os profissionais de Educação Infantil assumem (mãe, pai, tia, tio, professora, professor, faxineira, etc) ao trabalhar com as crianças;
2.6- O binômio educar x cuidar - quem educa, cuida? Quem cuida está educando? O que se diz e o que se silencia nas inter-relações?;
2.7 -  Filosofia e Ética na Educação Infantil;
2.8 - A formação é um caminho para o desenvolvimento profissional?;
2.9 – Teorias e influências pedagógicas em Educação Infantil;
2.10 – Pedagogia de Projetos e a mediação da educadora.


19º Encontro: A implicação do educador diante do comportamento infantil - Repetição do discurso médico ou construção educacional
Palestra com a psicóloga e professora mestra Raquel Cabral de Mesquita
Data: 16/08/11
1º Momento: Alguns avisos: Viagem à Inhotim, visita aos CMEI´s Isauro Silva e Nossa Senhora das Graças, data do próximo encontro e local.
2º Momento: Cuá fubá - Música de Mônica Pinheiro e Gesiel - só para alegrar e descontrair

 

3º Momento: Apresentação da palestrante

 

 

 

 

4º Momento: Agradecimentos